PF amanhece na casa de ex-secretário da gestão Edivaldo Holanda Jr

Lula Fylho e o prefeito Edivaldo Holanda Jr

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 08/04/2021, nesta cidade, a Operação Tempo Real, com a finalidade de desarticular associação criminosa formada por ex-servidores públicos e representantes de empresa, investigados por fraude e superfaturamento na aquisição de equipamentos destinados ao combate à pandemia da COVID-19 no município de São Luís/MA.

A investigação tem por objeto processo de licitação celebrado no mês de abril de 2020 pela Secretaria Municipal de Saúde de São Luís/MA, destinado à aquisição de 20.000 máscaras FPP2, no valor total de R$ 718.000,00.

Destaque-se que os fatos investigados não dizem respeito à atual gestão da Secretaria.

Os elementos colhidos durante a investigação revelaram que funcionários da antiga gestão da Secretaria de Saúde, em conluio com empresários, fraudaram o contrato, montando o processo de contratação e elevando arbitrariamente os preços.

A Polícia Federal cumpriu 4 (quatro) Mandados de Busca e Apreensão e 5 (cinco) Mandados de Constrição Patrimonial. Além disso, os investigados também foram alvos de Medidas Cautelares Diversas da Prisão consistentes na proibição de contratação com o Poder Público, proibição de acesso à Secretaria Municipal de Saúde e proibição de manter contato uns com os outros.

Ao todo, 20 (vinte) policiais federais cumpriram as determinações judiciais expedidas pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA, que decorreram de representação elaborada pela Polícia Federal.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação (Art. 90 da Lei 8.666/93), superfaturamento (Art. 96, I da Lei 8.666/93) e associação criminosa (Art. 288, Código Penal).

A operação foi denominada “Tempo Real”, em referência à expressão utilizada por um dos investigados em depoimento, ocasião em que afirmou que o líder da organização criminosa tinha informação em TEMPO REAL de todas as aquisições fraudadas pela antiga gestão da Secretaria Municipal de Saúde e pelos fornecedores.

Lobby da FAMEM com empresas investigadas pela PF vai além do que está sendo divulgado…

Prefeito Erlânio Xavier

O prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio (PP), afirmou em vídeo divulgado nas redes sociais, que compra de testes para Covid-19 que foi alvo da Operação Estoque Zero deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (2), é oriunda de uma cotação realizada pela Famem (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão) – entidade presidida pelo prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier (PDT), de quem Genésio é vice-presidente.

Lobby da FAMEM com empresas investigadas pela PF

O blog do Werbeth Saraiva descobriu que o envolvimento de Erlânio Xavier e de outros membros da entidade vai bem além do que está sendo revelado pela imprensa local…

PF invade secretaria comandada por nora de juiz em Imperatriz

A Polícia Federal, deflagrou na manhã desta quarta-feira, (03), a Operação “RECÔNDITO” decorrente de investigação policial que apura supostas fraudes em procedimentos licitatórios e sobrepreço em contratos públicos firmados pela Secretaria Municipal de Saúde de Imperatriz – SEMU, no ano de 2020, com a utilização de recursos públicos federais destinados ao combate do novo Coronavírus.

As investigações tiveram início após monitoramento de licitações e contratações públicas, desenvolvido no âmbito do Ministério Público do Estado do MA e Ministério Público Federal, nesta cidade, com base em parecer técnico apontando irregularidades no processo de seleção de empresas para prestação de serviço.

Nesta fase, estão sendo mobilizados 25 policiais federais para o cumprimento de 07 mandados de busca e apreensão no município de Imperatriz/MA, decorrentes de representação da Polícia Federal, todos expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da SSJ de Imperatriz-MA,. As medidas objetivam angariar novos elementos de prova que permitam a individualização de conduta dos envolvidos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa (art. 288 do CP), fraude à licitação (art. 90 da lei 8.666/93), corrupção ativa (art. 333 do CP) e corrupção passiva (art. 317 do CP), dentre outras infrações penais.

A denominação “Recôndito” faz referência à utilização de empresa “de fachada”, operada por empresários ocultos, com o único objetivo de participar de processos de contração com o poder público.

A PF informa que para a execução do trabalho nesta data foram adotadas todas as medidas de prevenção ao contágio do Covid-19, visando a preservação da saúde dos servidores e cidadãos envolvidos.

A secretaria é comandada por Mariana Jales que é nora de um juiz da comarca.

Bolsonaro diz que vai perguntar para PF sobre recursos do COVID destinados ao MA

O presidente Jair Bolsonaro decidiu disparar novos ataques contra o governo do Maranhão, conduzido por Flávio Dino (PCdoB), durante live presidencial realizada nesta quinta-feira (11). Ele chegou a ameaçar usar a Polícia Federal contra a Secretaria Estadual de Saúde, comandada por Carlos Lula.

“O Maranhão é o estado com menor renda per capta do Brasil. Não é à toa que é governado pelo Partido Comunista do Brasil. Onde o comunismo cresce é exatamente em cima da miséria”, disse o presidente durante live. “Nos estados de renda maior, quase não tem deputado desse partido”, completou. O presidente criticava um comentário contra ele feito por Carlos Lula, que também é presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

“Nós fizemos… Foi quase R$ 1 bilhão… Ou melhor R$ 300 milhões, especificamente, para leitos de UTI no estado do Maranhão. Cadê os leitos de UTI? Sumiu tudo? O secretário disse que não estamos ajudando. Pra onde foi essa grana? Acho que vou perguntar para a Polícia Federal”, declarou.

Bolsonaro disse hoje (11), em Alcântara, que o Estado não tem motivos para reclamar da falta de leitos, já que o governo federal teria destinado R$ 109 milhões exclusivos para a implantação dos leitos no Maranhão.

“No ano passado, o governo federal dispensou R$ 18 bilhões para o estado do Maranhão. Desses R$ 18 bilhões, R$ 1,3 bilhão foi para Saúde. E R$ 190 milhões foram exclusivamente para leitos de UTI. Então não justifica qualquer reclamação de não haver leitos de UTI para atender os irmãos maranhenses“, declarou Bolsonaro, em cerimônia de entrega de títulos de propriedade.

O governador Flávio Dino rebateu, logo em seguida, as afirmações de Bolsonaro.

“1. Habilitar leitos de UTI no SUS não é favor, é obrigação legal. 2. Ação judicial que entramos se refere ao exercício de 2021, não de 2020. A pandemia não acabou, infelizmente. 3. O governo do Estado não recebeu o montante que Bolsonaro mencionou“, esclareceu Dino.

O governador Flávio Dino ajuizou ontem uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o governo federal reative o pagamento de leitos de UTI para atendimento de covid-19.

Na ação protocolada junto ao STF, o Maranhão relatou que os leitos de UTI financiados pelo Ministério da Saúde se reduziram drasticamente. Até dezembro de 2020, 12.003 estavam habilitados pelo governo federal. Em fevereiro, essa quantidade caiu para 3.187, apesar do estado ter pedido habilitação de centenas de novos leitos.

Joonh Cutrim

Cobiça Fatal: vem chumbo grosso para cima da prefeita Linielda de Eldo

Linielda Nunes Cunha,prefeita de Matinha

Após a prefeita de Matinha, Linielda Nunes Cunha, pagar antecipadamente R$ 170 mil para uma empresa que teve todos os donos presos pela Polícia Federal. A chefe do executivo, se despreocupou após o TRF1 mandar soltar todos os empresários envolvidos no roubo aos recursos da saúde.

Porém a primeira fase da operação “cobiça fatal” não é nada perto do tsunami que está vindo”. O mesmo pode ser dito ao município de Matinha em relação ao inquérito que apura desvios nos recursos do combate ao covid-19.

Lineielda Nunes, deve se preparar, pois esses R$ 170 mil deve sair bem caro para ela…

Operação Cobiça Fatal: Barbearia Boss era usada como depósito de material hospitalar

Vídeos, obtidos por exclusividade pelo blog do Werbeth Saraiva, demonstram que o empresário Pedro Moura usava a sede de uma barbearia de sua propriedade como depósito de materiais hospitalares, que seriam comercializados por empresas fantasmas, pertencentes a uma organização criminosa, já desarticulada na “Operação Cobiça Fatal” da Polícia Federal.

Empresário Pedro Mota

A necessidade de usar uma barbearia como depósito mostra que as empresas contratadas pela Prefeitura de São Luís não tem nenhuma condição de atender a capital maranhense.

Assista os vídeos:

Em mais um trecho da entrevista concedida ao blog, superintendente da PF afirma que operação “Cobiça Fatal” terá nova fase

Delegados Sandro Jansen, Cassandra Parazzi e Julho Sombra

Em mais um trecho da entrevista ao Blog do Werbeth Saraiva, a superintendente da Polícia Federal, Cassandra Parazi, afirmou que não está concluída a investigação da Operação “Cobiça Fatal”, que visa desarticular associação criminosa voltada à fraude em licitações e desvio de recursos públicos federais destinados ao combate do novo coronavírus em São Luís.

“Hoje a gente só deflagrou a parte ostensiva, então tem muito ainda a ser apurado. Alguns dados, infelizmente, a gente não vai poder repassar pra vocês e o que a gente tem a dizer é que as buscas realizadas hoje tiverem grande sucesso. Colhemos muitas provas que vão ajudar no processo dessa investigação”, afirmou Parazi.

A superintendente citou, ainda, que o principal alvo da operação foram as fraudes licitatórias e que há um indício muito forte de conluios entre as empresas. “São vários quesitos a serem investigados, mas talvez o principal dele, não o mais importante, seriam a fraude em licitação, (solicitação para compra de mascaras). Há um indicio muito forte de conluio das empresas que participaram e um superfaturamento relevante”, disse ela.

Outro fato que foi percebido nos processos licitatórios, foram as descrições, nomenclaturas e valores similares nos contratos.

“As consultas de cotação dos processos licitatórios mostraram preços muito similares, assim como, as descrições dos produtos, a ordem, nomenclatura utilizada e os valores em especial. E a discrepância de valores, se comparado ao preço do mercado, eram três vezes maiores. Então, haviam vários indícios que somados indicam que houve fraude nos processos de faturamento e licitação, havendo assim, desvio de recursos, lavagem de dinheiro e por ai adiante”, concluiu.

Saiba quais municípios do Maranhão estão arrolados na operação deflagrada pela PF por desvios nos recursos do covid-19

Prefeito de Icatu, promoveu dispensa de licitação com empresa dos investigados de mais de R$ 2,1 milhões.

A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria Geral da União – CGU, deflagrou na manhã desta terça-feira 9 de junho de 2020, nas cidades de São Luís/MA e São José do Ribamar/MA, a Operação “COBIÇA FATAL” com a
finalidade de desarticular associação criminosa voltada a fraude em licitações com o intuito de desviar recursos públicos federais que seriam usados no enfrentamento do novo coronavírus (COVID-19) em São Luís/MA.

Não bastasse isso, documentos que robustecem a investigação, demostram que, poucos dias antes do processo de dispensa de licitação, a Prefeitura de São Luís, por meio da própria SEMUS, havia contratado o fornecimento de máscaras do mesmo modelo junto a outra empresa pelo de R$ 2,90 (dois reais e noventa centavos) a unidade, totalizando a quantia de R$ 980.000,00 (novecentos e oitenta mil), perfazendo a diferença de mais de 341% (trezentos e quarenta e um por cento).

Investiga-se, ainda, possíveis fraudes em processos licitatórios dessas empresas revendedoras de insumos hospitalares superfaturados nos municípios de Timbiras/MA, e Matinha/MA. Sabe-se também que a principal empresa investigada também já teria formalizado contratos, após dispensa de licitação, para fornecer insumos para o combate ao COVID-19 com os municípios de Icatu/MA, Cajapió/MA, Lago do Junco/MA, e Porto Rico do Maranhão/MA Durante a deflagração da operação foram empregados 60 (sessenta) policiais federais da Superintendência Regional do Maranhão para o cumprimento de 03 (três) Mandados de Prisão Temporária, e 14 (quatorze) Mandados de Busca e Apreensão, além do sequestro de bens, bloqueio de contas dos investigados no valor de R$ 2.306.600,00 (dois milhões trezentos e seis mil e seiscentos reais). As ordens judiciais foram expedidas pelo juiz da 1ª Vara Federal de São Luís/MA.

Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa (Art. 333, caput, do CPB), corrupção passiva (Art. 317, caput, do CPB), lavagem de dinheiro (Art. 1º, caput, da Lei nº 9.613/98), fraude em processo licitatório (Art. 90 da Lei nº 8.666/93), superfaturamento na venda de bens (Art. 96, I da Lei nº 8.666/93) e associação criminosa (Art. 288 do CPB). A Operação foi denominada “COBIÇA FATAL” em referência ao desejo imoderado de riqueza, fazendo com que até se desvie recursos vitais para a proteção de pacientes e servidores da área da saúde.

Empresários já estão em poder da PF

Os empresários Alexandre Chuairy Cunha, Sormane Silva Santana e João de Deus Souza Lima Júnior, formam um conjunto de empresas envolvidas e um esquema milionário que estão faturando alto com os contratos do covid-19.

De acordo com as investigações, o mandado de prisão temporária expedido no dia de ontem (7), existem fortes indícios de que os empresários participem associação de criminosa especializadas em fraudes de licitações.

Segundo informações colhidas pelo blog, os empresários já estão em poder da Polícia Federal na sede Superintendência do Maranhão na cohama em São Luís.