GAECO e SECCOR precisam tomar providências sobre suposta ‘propina’ do lixo em São José de Ribamar

Prefeitura já pagou só em 2021 cerca de R$ 9 milhões a Ciano Soluções Ambientais e empresa oferece serviço precário que põe em risco trabalhadores

Terceiro maior município do Maranhão em número de habitantes, São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís, apresenta um quadro de retrocesso administrativo jamais visto nos últimos anos.

Contrariando leis que estabelecem parâmetros de salubridade e caminhando na contramão do que preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS), a administração do prefeito Júlio Matos (PL), mais conhecido no meio político como Dr. Julinho, está submetendo agentes de limpeza a uma situação vexatória de humilhação, contribuindo ainda para que estes profissionais tenham a sua saúde comprometida.

O sistema de limpeza pública da cidade do Santo Padroeiro do Maranhão está utilizando caçambas para fazer o recolhimento do lixo, situação que expõe, sobremaneira, a saúde dos garis.

A utilização de caçambas para o recolhimento dos resíduos sólidos é uma prática arcaica, utilizada por gestores ultrapassados nos idos da década de 90, período no qual Julinho governou São José de Ribamar pela primeira vez, tendo obtido apenas uma mandato, já que não conseguiu se reeleger.

CORRE NOS BASTIDORES QUE A PRECARIEDADE DA COLETA DE LIXO, OCORRE PELO PAGAMENTO FEITO PELA EMPRESA PARA ALGUNS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO. RELATOS QUE ULTRAPASSA OS R$ 200 MIL MENSAIS.
O GAECO E A SECCOR PRECISAM INVESTIGAR!!!

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