Iluminação pública deve custar quase meio milhão em Igarapé do Meio

O município de Igarapé do Meio administrado pelo prefeito Almeida Sousa deve estar todo no “escuro” pelo exorbitante valor conquistado por uma empresa de iluminação publica para realizar serviços no município.

A empresa PROJETOS E CONSTRUÇÃO DE ELETRIFICAÇÃO LTDA localizada em Santa Inês e de propriedade da senhora  Benedita Alves do Nascimento siqueira e Luis Carlos pereira siqueira faturou um contrato R$ 315.134,97 (trezentos e quinze
mil, cento e trinta e quatro reais e noventa e sete centavos)

O blog adianta que dos inúmeros contratos gerados entre a prefeitura de Igarapé do Meio e empresas este um dos menores, para se ter ideia uma reforma e ampliação de um dos prédios no interior do município deve custar mais de 1 milhão de reais.

O blog deve trazer todos os contratos firmados em uma próxima reportagem.

O MP e o MPC devem ficar atentos!

Empresa de São Luís possui contratos milionários na prefeitura de Cândido Mendes

A prefeitura de cândido Mendes administrada pelo prefeito Mazinho Leite virou uma fonte de renda inesgotável para a empresa  M L S Papeis Eireli – Epp  localizada em São Luís é de propriedade da empresaria Marcela Lopes de Souza. Em Janeiro deste ano o município contratou a empresa por R$1.361.190,00 (hum milhão, trezentos e sessenta e um mil, cento e noventa reais) para atender o programa nacional de alimentação escolar . O contrato entre o município e a referida empresa tem prazo da vigência de 03.01.2018 a 31.12.2018. A mesma empresa foi agraciada com mais três contratos nos valores de R$:  204.848,00,  210.802,00 e  154.384,00. Desta vez para fornecer material didático, a soma dos contratos ultrapassa a casa dos 570,000, 00 (quinhentos e setenta mil reais).

M L S Papeis Eireli – Epp 

A empresa que tem sede no bairro do Olho d’água em São Luis pertence a Marcela Lopes de Souza mais na resenha de contrato quem assina é um administrador da empresa que de acordo com busca realizada pelo blog ao site da receita federal o nome não aparece no quadro de sócios da mesma. JALES RIBEIRO DE QUEIROZ assina como administrador da M L S que também  opera com “mínis contratos” em alguns órgãos do estado do Maranhão.

Corrupção em Cândido Mendes 

Após  o blog do Werbeth Saraiva denunciar um esquema imoral de desvios de recursos públicos no município de Cândido Mendes REVEJA AQUI. O Ministério público tratou de pedir a indisponibilidade dos bens do prefeito Mazinho Leite além do bloqueio no valor do subtraído dos cofres públicos. Além de Mazinho a empresa responsável também deve ser penalizada pela justiça. Se haver indícios de corrupção nos contratos com a  M L S  o resultado deverá ser o mesmo. 

 Fica o alerta aos órgãos fiscalizadores!

Agora veja os extratos:

Outro Lado

O blog tentou entrar em contato com a empresa, mais o telefone fornecido não é da empresa e sim de um escritório de contabilidade, já com Mazinho leite o blog não conseguiu contato com sua assessoria.

 

Fica O 

 

Secretario de Saúde Carlos Lula

Empresa diz que Saúde do governo aplicou calote de 63 milhões

Abaixo a íntegra do comunicado da empresa.

Sobre a suspensão dos contratos de administração do Hospital Carlos Macieira, do Hospital de Trauma e Ortopedia e do Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, feitas abritrariamente pela Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão, o Instituto Gerir esclarece que:

A Secretária da Saúde mente e tenta tapar o sol com a peneira ao transferir suas responsabilidades. Os principais prejudicados por isso são, como sempre, os cidadãos maranhenses;
A Secretaria da Saúde descumpriu o contrato ao não pagar o Instituto Gerir. O calote é de R$ 63 milhões. Os valores são referentes às dívidas com o Instituto Gerir na administração dos 3 hospitais;
A Secretaria da Saúde foi notificada por diversas vezes para pagar essa dívida. Esses documentos seguem no anexo. Nunca pagou e, por fim, para fugir do pagamento, decidiu suspender o contrato;
O calote de R$ 63 milhões será cobrado judicialmente;
Toda a prestação de contas da administração dos hospitais era feita periodicamente. Jamais houve qualquer tipo de notificação oficial que demonstrasse o contrário. Jamais foi feita qualquer comunicação por parte da secretaria cobrando outro tipo de esclarecimento além dos previstos contratualmente e que eram prestados pelo Gerir;
O calote implicou também nos atrasos ao pagamento de prestadores de serviço e fornecedores dos hospitais administrados pelo Gerir;
A suspensão do contrato, portanto, se deu de maneira arbitrária com a única finalidade fugir do pagamento da dívida;
Como tem sido noticiado pela imprensa maranhense, em toda a saúde do Estado faltam remédios, leitos e servidores. Esse tipo de caso, infelizmente, tem se tornado cada vez mais constante – e nenhuma dessas denúncias partiu do Instituto Gerir;
O calote e a suspensão ilegal do contrato com o Gerir não são as únicas decisões abritrárias tomadas pelo atual secretário de Saúde, Carlos Lula. O mesmo secretário acaba de escolher outras Organizações Sociais para assumir a gestão dos hospitais sem licitação ou qualquer tipo de concorrência, como manda a lei.
Essas medidas, todas flagrantemente ilegais, estão sendo questionadas judicialmente;
Por fim, lamentamos que a gestão da Saúde do Maranhão ainda esteja sob responsabilidade de uma pessoa investigada pela Polícia Federal por suspeitas gravíssimas, como é de conhecimento público.

CHAMEM O MP! Sem construir nada de relevância, prefeita de Centro Novo contratou por mais de 1 milhão empresa de construção.

A Prefeitura de Centro Novo, conduzida pela prefeita Maria Teixeira Silva da Silva (DIVA) ,gastou a expressiva quantia de R$ 1.073.963,00 (um milhão, setenta e três mil e novecentos
e sessenta e três reais) em apenas um contrato no ano de 2017 com aquisição de material de construção.
O contrato foi celebrado  com a empresa GBARBOSA E CIA LTDA – ME, e  vigorou até o dia 31 de dezembro do ano anterior. 
O que “confunde” nisso tudo é que de acordo com informações obtidas pelo Blog nem uma obra importante foi executada no município através da prefeitura se não algumas reformas, essas que obtiveram empresas que ganharam as licitações e”realizaram” as reformas, o Ministério Publico tem que ficar de “olhos bem abertos” e exigir a explicação devida da gestora.
No contrato não especifica de  qual área saiu os recursos para pagar a empresa, se foi do FUNDEB, cabe a Policia Federal averiguar de perto a situação.
Veja os extratos: