Em reunião, Dino descarta pesquisa como ‘critério de escolha’ de candidato em 2022

Segundo Dino, se fosse depender de pesquisa um ano antes da eleição, nenhum dos dois teria sido sequer candidato, uma vez que pontuavam bem baixo meses antes do pleito – situação parecida, ainda, com a do ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), que tinha menos de 5% quando foi escolhido candidato do grupo em São Luís em 2012.

Não procede a informação de que o governador Flávio Dino (PCdoB) teria decidido, na reunião com o pedetista e Brandão, no Palácio dos Leões, que pesquisas seriam realizadas para a definição do candidato do grupo em 2022.

Brandão começa a assombrar o poderoso Weverton Rocha

O poderio de Weverton Rocha (PDT), senador da República, parece ser feito de castelo de areia. Bastou a ascensão natural do vice-governador, Carlos Brandão (Republicanos), ficar mais evidente por se tratar do óbvio, que Weverton moveu o céu e a terra e tratou de querer atingir o candidato natural de Flávio Dino (PCdoB).

Até uma enquete, de um site de notícias, que têm o mesmo valor científico que um levantamento em uma roda de conversas do Bar do Léo foi utilizada para menosprezar o tamanho de um vice-governador, que aos passos largos tem se notabilizado pelos verdadeiros “players” do jogo político e, naturalmente, será lembrado pelo eleitorado como o candidato que dará continuidade ao governo de Flávio Dino.

Nos bastidores controlados sob os interesses do senador Weverton, o pedetista continua como franco favorito. Nos gestos e movimentações de Flávio Dino, Brandão será o próximo governador com seu apoio para uma reeleição.

E para Weverton basta um caminho, o da oposição. Mas falta-lhe coragem e coerência política para bater de frente com os leões do Palácio. Enquanto isso, vai agindo como inimigo no submundo dos interesses escusos da política.

Sócia de Weverton e Erlânio em rede de postos fiscalizou R$ 8,7 milhões de recursos federais em Igarapé Grande

Cyntia Vanessa aparece como sócia administradora da rede de postos comprados do agiota Pacovan

O prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier (PDT), mantém sua sócia, Cyntia Vanessa de Sousa Muniz, controlando e fiscalizando recursos da prefeitura que gerencia. A assessora contábil da prefeitura, Cyntia Muniz, também é sócia do senador Weverton Rocha (PDT). O trio controla uma rede de postos depois de fechar negócio com o empresário Josival Cavalcante da Silva, o agiota Pacovan, conforme noticiado com exclusividade pelo blog do Werberth Saraiva.

Em Igarapé Grande, além de atuar como assessora contábil, Cyntia Muniz foi nomeada por Erlânio para, entre outras coisas, fiscalizar os recursos da merenda escolar daquele município no período de 2018/2026. Ela representa o executivo no Conselho de Alimentação Escolar (CAE) e pelo crivo da sócia de Weverton e Erlânio já passaram R$ 8,7 milhões, de 2018 a novembro de 2020, só na rubrica de alimentação escolar.

Com o salário de pouco mais de R$ 2 mil na Prefeitura, Cyntia Muniz tornou-se mulher de confiança de Erlânio e Weverton, passando a cuidar e integrar os negócios particulares da cúpula do PDT do Maranhão.

O desafio da contadora Cyntia agora é duplo. Vigiar o dinheiro da prefeitura, a exemplo da merenda escolar, e fazer os postos que eram de Pacovan dar lucro de verdade. Como foi dito em matérias anteriores, Pacovan usou os postos para falsear lucros e lavar dinheiro.

Denúncia e condenação ao antigo dono dos postos

Segundo o Ministério Público, os grupos empresariais “Gasóleos Santa Teresinha” e “Comércio de Derivados de Petróleo Joyce”, registrou entre maio e dezembro de 2014, o faturamento de R$ 3.672.585,18 e R$ 19.880.208,00, demonstrando inconsistência entre o fluxo regular de valores da referida atividade comercial – venda de combustível e derivados, com distorções de valores transitados e registrados nas contas bancárias da empresa.

Em dezembro do ano passado, por decisão do juiz Ronaldo Maciel, da 1ª Vara Criminal de São Luís, de mais de 500 páginas, os envolvidos foram condenados em primeira instância, por crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

Postos de Pacovan, hoje de Weverton e Erlânio, foram usados para lavagem de dinheiro

Posto do Angelim

Dois postos de gasolina que pertencem ao senador Weverton Rocha (PDT) e o prefeito de Igarapé Grande e presidente da Famem, Erlânio Xavier (PDT) e de uma terceira pessoa, a contadora Cynthia Muniz, foram usados irregularmente pelos seus antigos donos, entre os quais, está o empresário Josival Cavalcante da Silva, o agiota Pacovan.

A “Operação Jenga” revelou que os postos “Petromais Comércio de Derivados de Petróleo Ltda – Joyce V”, localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no Angelim, em São Luís; e o “Gás Óleos Santa Terezinha Ltda – Joyce VI”, localizado na Avenida da Praia, Lote Recreio do Araçagy, em São José de Ribamar, foram utilizados em um esquema de lavagem de dinheiro que envolvia várias empresas ligadas a Pacovan. A Secretaria de Segurança Pública informou à época que a movimentação foi de mais de R$ 200 milhões.

Segundo o Ministério Público, os grupos empresariais “Gasóleos Santa Teresinha” e “Comércio de Derivados de Petróleo Joyce”, registrou entre maio e dezembro de 2014, o faturamento de R$ 3.672.585,18 e R$ 19.880.208,00, demonstrando inconsistência entre o fluxo regular de valores da referida atividade comercial – venda de combustível e derivados, com distorções de valores transitados e registrados nas contas bancárias da empresa.

Em dezembro do ano passado, por decisão do juiz Ronaldo Maciel, da 1ª Vara Criminal de São Luís, de mais de 500 páginas, os envolvidos foram condenados em primeira instância, por crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

Sem usar o CNPJ

Os postos de Weverton e Erlânio não aproveitaram o mesmo CNPJ de Pacovan, mas na prática são os mesmos. O “Petromais Comércio de Derivados de Petróleo Ltda – Joyce V”, localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no Angelim, em São Luís está constituído na Junta Comercial do Maranhão como “‘Petro São Francisco Combustíveis Ltda”.

Enquanto a empresa “Gás Óleos Santa Terezinha Ltda – Joyce VI”, localizado na Avenida da Praia, Lote Recreio do Araçagy, em São José de Ribamar, está sob registro de “Petro São José Ltda”.
Ambas empresas foram abertas no dia 5 de dezembro de 2019 com o capital social de R$ 150 mil cada.

“Comigo o buraco é mais embaixo”, diz Weverton ao editor do blog após matéria de Postos de Gasolina

Em contato por telefone com o editor do blog Werberth Saraiva, o senador Weverton Rocha (PDT), comentou sobre a matéria da aquisição de dois postos de gasolina que pertenciam ao empresário Josival Cavalcante da Silva, o agiota Pacovan. Weverton é sócio do prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier (PDT) e de uma terceira pessoa, Cynthia Muniz.

Sem responder os questionamentos de como adquiriu e qual principal público-alvo que a empresa pretende focar, o parlamentar apenas ameaçou.

“Comigo o buraco é mais embaixo, não à toa enfrentei a família Sarney, a TV Mirante, e cheguei onde cheguei. No Maranhão, quem envereda por este lado tem vida curta na política”, disse Weverton em tom de ameaça.

Logo mais cedo, o blog do Werberth Saraiva publicou a matéria “Weverton e Erlânio Xavier compram postos de Pacovan alvos da Operação Jenga”. Os postos em tela, quando administrados e ligados ao empresário Pacovan foram alvo de operação policial e houve até condenação na Justiça do Maranhão.

Na sentença em desfavor de Pacovan pesaram: crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, que seriam praticados por meio de postos de gasolina de São Luís e do interior do Maranhão.

O ponto que chama atenção do blog é que o primeiro empreendimento no comércio de combustíveis escolhido pelo senador Weverton Rocha e o prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, seja justamente uma empresa ligada à Pacovan. E o mais grave: uma empresa que foi alvo de operação policial e da justiça.

Lícito ou não, a sociedade merece uma explicação dos agentes públicos.

Weverton e Erlânio Xavier compram postos de Pacovan alvos da Operação Jenga

Senador Weverton e Erlânio Xavier

Pelo menos dois Postos de Gasolina que pertenciam ao empresário Josival Cavalcante da Silva, o agiota Pacovan, pertencem agora aos políticos Weverton Rocha (PDT) e Erlânio Xavier (PDT), senador da República e presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, respectivamente.

Os postos comprados por Rocha e Xavier também estão em nome de uma terceira pessoa, Cyntia Vanessa de Sousa Muniz. Cyntia Muniz foi nomeada representante da prefeitura de Igarapé Grande (MA), comandada por Erlânio Xavier, no Conselho de Alimentação Escolar (CAE) no período 2018/2026. O Conselho, dentre outras coisas, é responsável por fiscalizar a aplicação dos recursos da merenda escolar.

A parceria de Weverton e Erlânio tem ido além da política e invadido o mundo dos negócios. A dupla que já se aventurou no setor da comunicação agora ‘investe’ no comércio de combustíveis. O ponto de partida escolhido pelo senador do PDT e pelo prefeito de Igarapé Grande foi justamente os negócios nebulosos do empresário Josival “Pacovan”, arrolado na justiça maranhense em vários processos.

Um deles, fruto da “Operação Jenga”, tem como alvo dois postos, recém adquiridos pelos pedetistas, quando estavam sob administração de Pacovan. Um no Araçagy, ao lado do Condomínio Costa Araçagy, e outro em uma das avenidas mais movimentadas de São Luís, na Avenida Jerônimo de Albuquerque, Angelim.

Posto do Araçagy

A Justiça do Maranhão condenou Pacovan e mais 21 réus denunciados pelo Ministério Público estadual por crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, que seriam praticados por meios de postos de gasolina em São Luís e no interior do Estado, da rede “Nosso Posto”, dois postos da rede, citados acima, agora pertencem à cúpula do PDT do Maranhão.

Apesar de uma localização privilegiada e valorizada, o capital social da Petro São José Ltda e Petro São Francisco Combustíveis Ltda é de apenas R$ 150 mil cada. A ascensão ao mundo dos negócios de Erlânio Xavier e Weverton Rocha também salta aos olhos.

Posto do Angelim

Enquanto Erlânio é prefeito de uma cidade de um pouco mais de 11 mil habitantes e com vencimentos de R$ 11,9 mil, sem descontos. Já o senador Weverton Rocha, apesar de estar no topo da cadeia alimentar do funcionalismo público, tem o vencimento de R$ 33,7 mil e recebe mensalmente pouco mais de R$ 20 mil, já com os descontos devidos. A dúvida que fica é qual milagre financeiro foi feito para adquirir dois postos de uma só vez de um empresário [Pacovan] que é famoso por não perder um centavo em suas negociações.

O senador Weverton e o prefeito Erlânio foram procurados pelo blog e até o fechamento desta matéria não se pronunciaram.

Como é que é, meu caro Weverton???

Para o senador Weverton o baixo número de votos recebidos pelas candidatas do PSL não é prova de que houve má-fé

Um dos maiores críticos do governo Bolsonaro, o senador Weverton Rocha (PDT-MA), defendeu o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio e disse que ele está sendo massacrado há nove meses: “um sangramento desproporcional, quando todos sabem que é preciso melhorar a legislação”. Segundo Weverton, em todas as eleições, os partidos recebem notificação da Justiça Eleitoral para que incluam mulheres nas chapas, e aí começa o desespero para achar candidatas.

— Esse é um problema que não foi o Marcelo Álvaro quem criou, nem o João, nem a Maria. Precisamos que as mulheres participem efetivamente da política. Enquanto isso não acontece, o que precisa ficar claro aqui é se houve dolo na conduta. Ele roubou dinheiro do fundo para se enriquecer? Eu sei que não, porque o conheço.

Para Weverton, se houve erro na montagem da chapa, isso precisa ser discutido na política.

— Hoje foi com o PSL, amanhã pode ser com qualquer outro partido.

Convocado

O ministro Marcelo Álvaro depôs nesta terça-feira (22), em uma audiência pública da Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC). Ele foi convocado para explicar denúncias de que candidatas do partido em Minas Gerais teriam sido coagidas a devolver ao PSL recursos de campanha oriundos do fundo partidário. Elas teriam concorrido apenas para cumprir a lei que destina 30% do dinheiro a candidaturas femininas. Com informações da Agência Senado.

Como é que é, meu caro Weverton???

 

Gil Cutrim diz que foi perseguido e excluído no PDT

Senador Weverton e Gil Cutrim

O deputado federal Gil Cutrim (PDT-MA) divulgou nota oficial nesta terça-feira (15), anunciando a entrada de uma ação na Justiça Eleitoral pedindo a mudança de partido sem a perda do mandato.

Gil Cutrim disse que sofreu perseguição e discriminação dentro do partido, mesmo apoiando a legenda, inclusive rejeitando o projeto inicial do Governo para a reforma da Previdência.

Cutrim revela que quando o PDT decidiu sobre sua suspensão depois da votação da reforma da Previdência, fizeram um comunicado informando que lhes julgariam em um prazo que já se esgotou e, desde então, nunca foi chamado para nenhuma diretriz do partido.

Finalizou dizendo que deseja ter um campo livre para conduzir o trabalho do mandato sabendo que foi perseguido e excluído de importantes diretrizes do partido.

O presidente do diretório estadual do PDT no Maranhão, senador Weverton Rocha não se manifestou sobre a nota do quase ex-companheiro de partido.

Leia a nota na íntegra:

A velha política já não cabe na realidade de nosso país, isso porque a prioridade deve ser uma agenda positiva que vise o bem-estar dos brasileiros. Esse é o desejo real de todos e nosso papel, como representantes do povo, é garantir que essa mudemos esse cenário com princípios nobres que busquem o crescimento da nação em todos os âmbitos, sobretudo no modo antigo de fazer política, cujos interesses partidários se sobrepunham aos de quem realmente merecem nossa atenção: a população brasileira.

É assim que encaro minha responsabilidade com todos aqueles que confiaram em mim a sua representação na Câmara Federal. Por esse motivo, decidi, ao lado de outros colegas parlamentares, entrar com uma ação na Justiça Eleitoral pedindo mandato.

Nossa decisão foi tomada em decorrência de perseguição e discriminação dentro de nossos partidos, no meu caso o PDT. Sempre apoiei a legenda, inclusive rejeitando o projeto inicial do Governo para a reforma da Previdência, quando na ocasião dei meu voto desfavorável à proposta na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Fechamos questão contra a reforma da Previdência no primeiro momento, porém não houve uma nova avaliação da legenda quando o texto foi reformulado pela Câmara. Brigamos e conseguimos retirar injustiças do texto, mas não houve a oportunidade de discutir a nova proposta dentro do partido. O Parlamento conseguiu construir um texto melhor do que o enviado inicialmente, o qual prejudicava, por exemplo, a aposentadoria rural e as pessoas do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e deficientes de baixa renda. Só assim, após entender que houve um verdadeiro empenho para melhorar aquela proposta, decidi me posicionar a favor. Não era nosso sonho, mas algo necessário para o Brasil.

Quando o PDT decidiu pela minha suspensão depois da votação da reforma da Previdência, fizeram um comunicado informando que nos julgariam em um prazo que já se esgotou e, desde então, não fui chamado para nenhuma diretriz do partido.

Tenho que prestar contas ao meu eleitorado e para a população brasileira, pois fui suspenso de minhas atividades que dependiam da indicação do partido. Tenho conduzido a minha rotina parlamentar com muito afinco, porém de forma limitada.

Respeito o PDT, mas o que eu mais quero no momento é ter um campo livre para conduzir o trabalho do meu mandato. Assim, entendemos que essa ação se fez necessária por concordarmos que fomos politicamente perseguidos e excluídos de diretrizes importantes dos partidos.

Weverton orgulhoso do mandato de Dr. Yglésio

Dr. Yglésio e senador Weverton

É inegável que o mandato do deputado estadual Dr. Yglésio (PDT) tem agradado a cúpula do seu partido. O mandato do parlamentar do Maranhão tem perfil de atuação da Câmara dos Deputados, em Brasília. Com um vácuo de candidaturas competitivas para contrapor o candidato de oposição na sucessão do prefeito Edivaldo Jr, Eduardo Braide (PMN), Yglésio viu uma oportunidade ao colocar seu nome à disposição do PDT.

Mas para viabilizar seu nome primeiro tem que tornar visível para a população o bom trabalho que tem feito na Assembleia Legislativa do Maranhão. Para o senador Weverton (PDT), a condução do primeiro semestre já está aprovada.

“Eu quero te parabenizar, Yglésio. Grande mandato, esses primeiros seis meses, sem dúvida nenhuma uma das boas revelações do nosso partido, o PDT, ali na Assembleia Legislativa junto com nossa bancada, dá orgulho”, disse Weverton em um vídeo gravado nesta quarta-feira (17) no Senado Federal e compartilhado nas redes sociais do deputado.

Quem também não esconde a satisfação pelo mandato de Yglésio é o presidente da Famem, o prefeito Erlânio Xavier, presidente em exercício do PDT no Maranhão. Além de aprovar o trabalho legislativo do Dr. Yglésio, Erlânio tem dito aos mais próximos que o partido começa a observar a desenvoltura do deputado para uma disputa para a prefeitura de São Luís.

A cartapolitica

Situação de Gil Cutrim no PDT será definida pela direção nacional diz Weverton

Deputado Federal Gil Cutrim e senador Weverton Rocha

Integrante do partido que faz oposição à proposta de reforma da Previdência, o deputado maranhense Gil Cutrim (PDT), contrariou a decisão do Partido e decretou o seu ‘ sim’ a favor do texto – base da PEC durante sessão na Câmara realizada na última quarta-feira (10).

Em suas redes sociais, o pedetista maranhense  publicou  “Respeito muito o meu partido PDT e corroboro com o que há de melhor em defesa do trabalhador brasileiro. Mas farei uma oposição que pensa no melhor para o país!”, disse o deputado.

A decisão do parlamentar foi baseada após o governo  de Jair  Bolsonaro liberar R$ 1,3 bilhão em emendas parlamentares voltadas  à área da saúde.

O editor do blog  Werbeth Saraiva, conversou com o presidente do PDT no estado, senador Werverton Rocha.

Quando questionado sobre a postura que será adotada pelo diretório estadual em relação ao deputado Gil CutrimWeverton respondeu que “ainda não sabe e que terá uma definição da direção nacional provavelmente no mês de agosto e que iria aguardar”.