Superfaturamento de R$ R$ 267 mil colocará Flávio Dino no banco dos réus

Flávio Dino, Governador do Maranhão

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou um pedido de abertura de inquérito contra o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), para apurar suspeitas de irregularidade em um contrato do seu governo, para a compra de combustível destinado a abastecer um helicóptero.

O pedido de inquérito foi enviado na última semana à corte especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araujo, responsável na PGR pelas investigações de governadores. O caso vai tramitar sob sigilo. Procurado, o governo do Maranhão negou irregularidades no caso e disse que o governador Flávio Dino não teve participação nesse contrato feito pela Secretaria de Segurança Pública.

Segundo a investigação, o governo do Maranhão fez um contrato para comprar 175 mil litros de combustível por ano para abastecer um helicóptero modelo EC-145 usado pela Secretaria de Segurança. De acordo com informações preliminares apuradas pelos investigadores, o consumo anual deste helicóptero, considerado o uso previsto em contrato de 60 horas por mês, seria de 144 mil litros. Para a PGR, há suspeitas de que 31 mil litros tenham sido comprados a mais, o que provocaria prejuízo de R$ 267 mil aos cofres públicos.

“Veja-se, portanto, que a licitação, ao menos aparentemente, está calcada em elementos incoerentes, não condizentes com o consumo esperado para esse tipo de aeronave, gerando fundada suspeita de ilicitude e, em tese, desvio de recursos públicos”, escreveu a subprocuradora em seu pedido de abertura de inquérito.

O caso teve início com uma representação feita por um cidadão à primeira instância do Ministério Público Federal no Maranhão. O primeiro procurador responsável pelo caso avaliou que não havia indícios de irregularidades e arquivou o inquérito. O cidadão recorreu e o caso foi analisado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, órgão superior que analisa casos de corrupção e temas correlatos. Por unanimidade, a 5ª Câmara decidiu que havia indícios mínimos da ocorrência de crimes e determinou que uma investigação fosse aberta.

Com isso, a apuração da responsabilidade criminal ficou com a PGR, já que o governador Flávio Dino possui foro privilegiado. O inquérito mira um contrato da sua gestão e a PGR vai apurar se o governador teve relação com as irregularidades. Também foi aberto um inquérito civil de improbidade administrativa na primeira instância.

Ao pedir a abertura, a subprocuradora solicitou que o inquérito seja enviado para a Polícia Federal no Maranhão dar prosseguimento às diligências.

Outro lado

Procurado, o governo do Maranhão negou irregularidades e afirmou que Flávio Dino não tem relação com a assinatura do contrato pela SSP.

“A suposta denúncia carece de fundamento e é totalmente desprovida de seriedade. Se houve necessidade de esclarecimentos complementares, a Secretaria de Segurança Pública prestará no momento oportuno. O governo do Maranhão também esclarece, no que se refere ao foro no STJ, que obviamente não é o governador do Estado que pratica atos administrativos sobre a compra de combustíveis na Polícia Militar, tampouco é quem abastece veículos ou aeronaves. Logo, se existir algum procedimento formal, certamente ele não pode se dirigir ao governador, pois seria um disparate jurídico”, diz a Secretaria de Comunicação do governo.

O ex-juiz no banco dos réus.

Do jornal O Globo

SUPERFATURAMENTO! Prefeito de Bela vista vai gastar R$ 2,6 milhões com materiais de consumo

A Prefeitura de Bela Vista vai gastar R$ 2.638.754,66 milhões com materiais consumo em 2019.

Segundo o extrato, duas empresas foram contratadas para realizar o fornecimento dos produtos, a Ferroplastima Ltda, localizada em São Luís, e a S.C.M. de Souza Comércio – Armazém Central, com sede em Santa Luzia.

Do montante milionário acima, a Ferroplastima, de propriedade de Lindava Neves Martins e Nely Neves Martins, vai faturar R$ 1.716.012,96 (um milhão, setecentos e dezesseis mil, doze reais e noventa e seis centavos).

O Armazém Central vai lucrar R$ 922.741,70(novecentos e vinte e dois mil, setecentos e quarenta e seis reais e setenta centavos).

A vigência contratual vai até 31 de dezembro de 2019.

O Ministério Público e o GAECO, precisam apurar denúncias de corrupção no município de Bela Vista.

BANDIDAGEM! Prefeitura da região do Gurupi paga quase 400 mil por equipamento que não vale 3 mil..

Um motocultivador Agrícola TT90,  equipamento avaliado em menos de 3 mil reais, custou estimados 390.960,00 (Trezentos e noventa mil novecentos e sessenta reais) a uma prefeitura da microrregião de Gurupi do  Maranhão, o ato imoral está sendo denunciado ao Ministério Público por vereadores de oposição.

Para não atrapalhar as investigações, o Blog do Werbeth Saraiva não irá divulgar maiores detalhes, mas adianta que a “casa vai cair.”

É nitroglicerina pura!