Prefeito de Urbano Santos volta a ser investigado pelo MP

O prefeito de Urbano Santos, Professor Clemilton, volta a ser investigado pelo Ministério Público Estadual após denúncia de possível irregularidade no fornecimento de medicamentos de uso contínuo.

A instituição considerou que o caso requer a instauração de um procedimento administrativo para que seja apurado promovendo as diligências necessárias para garantir os direitos dos munícipes.

 

Prefeito de Urbano Santos é investigado

O descaso e o despreparo do prefeito de Urbano Santos, professor Clemilton, com a gestão municipal tem sido alvo de várias denúncias e reclamações por parte da população.

O Ministério Público Estadual deu início a uma investigação que envolve irregularidade na questão da Saúde. Segundo os moradores, além da precariedade da estrutura no ambiente hospitalar, falta o fornecimento de medicamentos.

A investigação vai apurar a denúncia com o objetivo de garantir o direito à saúde e qualidade de vida dos munícipes.

População de Bom Jardim carrega paciente em rede até a unidade de saúde mais próxima

A saúde no município de Bom jardim, interior do Estado, cuja prefeita é a Cristiane Varão (PL), parece ter regredido algumas décadas. Isso porque circula nas redes sociais um vídeo em que, em função da ausência de ambulância disponível para o transporte de pacientes na zona rural do município, populares resolveram transportar uma pessoa que precisava de atendimento dentro de uma rede, nesta semana.

No vídeo, populares revezam para que o transporte seja feito o mais rápido possível

Esse tipo de transporte era comum até os anos 1990, quando não haviam muitos investimentos em saúde pública, especialmente nas áreas mais afastadas dos centros urbanos, a exemplo dos povoados, na zona rural dos municípios.

Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde do paciente que aparece sendo transportado.

A Prefeitura Municipal também não se pronunciou sobre o caso até o presente momento.

Mais de R$ 3 milhões de emendas parlamentares somem da Prefeitura de Carutapera

A população de Carutapera está questionando o prefeito Airton Marques sobre o destino das emendas parlamentares direcionadas ao setor da Saúde.

Segundo documentos enviados ao Blog do Werbeth Saraiva, foram enviados mais de R$ 3 milhões para a prefeitura e, infelizmente, não estão sendo utilizados em benefício da população, tendo em vista a precariedade em que os moradores do município vêm enfrentando na área da Saúde.

Sem remédio, ambulância caindo aos pedaços e postos de saúde sem estrutura, os moradores da cidade pedem uma intervenção do Ministério Público Estadual.

Pacientes são submetidos a situações de risco ao serem transportados em macas no Maranhão

Circula nas redes sociais dois vídeos que mostram situações de riscos e constrangimentos, em que pacientes que precisaram ser resgatados e transportados de macas para hospitais municipais no interior do Maranhão foram submetidos.

O primeiro caso foi registrado em Santa Quitéria, onde uma paciente que foi carregada pelos braços de forma indevida até uma ambulância, caiu após ser colocada uma maca hospitalar.

No segundo vídeo, trata-se de um paciente do município de Santa Luzia do Paruá. A maca em que o paciente foi colocado se desmontou e o homem acabou caindo no chão. Indignado, se levantou e foi mancando até a ambulância.

Santa Inês recebe segundo lote da vacina contra a Covid-19

Já estão na Secretaria de Saúde de Santa Inês 592 doses da vacina Coronavac. Essas doses são destinadas para os profissionais da saúde que já receberam a primeira dose. O município de Santa Inês também recebeu mais 490 doses da vacina AstraZeneca. Essas doses serão administradas, à princípio, ao restante do grupo de profissionais da saúde.

Na sequência, a prioridade para receber a imunização de acordo com o Ministério da Saúde é comporto por pacientes oncológicos que estejam em tratamento de quimioterapia e radioterapia; pacientes em tratamento com hemodiálise.

É muito importante destacar que esses pacientes antes de tomarem a dose da vacina, devem ser cadastrados no Centro de Imunização, que funciona no prédio do Centro de Saúde Djalma Marques, que fica na Rua 21 de Agosto, Centro de Santa Inês. Além desse cadastro, os pacientes descritos acima precisam apresentar um laudo com autorização médica para poder ser imunizado. Essas orientações são do Ministério da Saúde.

Conforme Santa Inês receba mais vacinas, os demais grupos prioritários serão imunizados conforme plano municipal de imunização contra a Covid-19. Diariamente, a Secretaria de Saúde emite boletins sobre os casos da doença no município. Também são publicados os dados de como está sendo feita a vacinação.

Dona de clínica de estética vacina no “Grupo de Ricos” da Prefeitura de São Luís

A empresária e médica Marina Reis Ribeiro pode ter furado a fila de prioridade para a vacinação contra a covid-19. Em publicação nas suas redes sociais, a empresária do ramo de estética comemora a vacinação e conta que nos últimos meses tem cumprido rigorosamente o isolamento social por conta do nascimento de sua filha, ou seja, está fora da linha de frente do combate ao novo coronavírus.

“Fiz ( e ainda faço) o isolamento social ao ‘pé da letra’! Foram meses sem sair de casa. Ainda não tive covid! Há 10 meses não vejo meus amigos e alguns familiares”, testemunha Marina Reis Ribeiro, que é proprietária da Clínica Hosana Reis. A médica, inscrita no CRM 1099, não consta como servidora pública da Prefeitura de São Luís, até a presente data e segundo os próprios dados de transparência da Prefeitura.

O blog do Werberth Saraiva adiantou que os médicos, que estão ou não na linha de frente na pandemia, iriam receber o imunizante do vírus. Nesta sexta-feira, 22, seriam os médicos com mais de 60 anos, enquanto na próxima sexta-feira (29) todos os demais médicos. A Prefeitura de São Luís espera a formalização de uma denúncia para apurar as supostas irregularidades, o que aponta que não há, neste momento, uma auditoria para apurar fraudes na fila.

A Prefeitura de São Luís poderia, em respeito à probidade e transparência pública, divulgar nomes, ou mesmo, o universo (percentagem) de vacinados nesta primeira etapa. E dividir por funções: porteiros, zeladores, maqueiros, técnicos de enfermagem, dentistas, médicos e administrativos das unidades de saúde. Até o fim desta quinta-feira (21), cerca de 2,5 mil pessoas haviam sido vacinadas. É preciso destrinchar os grupos e apurar se existe, como tem constatado o blog do Werberth Saraiva, o ‘Grupo de Ricos’.

Obra de maternidade orçada em R$ 25 milhões vira praça na Cidade Operária

A obra da Maternidade da Cidade Operária vai virar uma praça. A construção, anunciada pela gestão municipal em 2013, está parada há vários anos e mesmo assim já recebeu investimentos de quase R$ 4 milhões de reais. A obra foi orçada em R$ 25 milhões, sendo um milhão o valor da contrapartida da Prefeitura. O repasse do restante do recurso foi suspenso pelo Ministério da Saúde, considerando que a conclusão dos serviços estava prevista para agosto de 2018.

O fato é que cerca de R$ 4 milhões já foram investidos na construção da unidade de saúde e, agora, sem que haja comprovação concreta de onde foram parar os recursos, uma nova obra está em andamento no local: uma praça no valor de mais de dois milhões de reais, para ser mais exato R$ 2.505.518,53, conforme descrito na placa já instalada na área.

Os trabalhos de construção da maternidade sempre cobrada pela população, especialmente por moradores da área, pararam ainda na fase de fundação do terreno e levantamento dos pilares. Agora, para a construção da praça, toda a estrutura antiga que havia no espaço foi demolida.

A denúncia e suspeita de desvio de recursos públicos ganharam repercussão na Câmara de Vereadores. “A gente já vem denunciando há bastante tempo a paralisação desta importante obra. Já gastaram quase quatro milhões de reais e não entregaram a obra. Agora, a maternidade vai ficar no esquecimento, já que no lugar a Prefeitura de São Luís já está construindo esta praça. Queria que o prefeito Edivaldo fosse visitar essa obra e explicasse para a população onde foram parar o dinheiro já investido”, questionou o vereador Estevão Aragão (PSDB).

Com a suspensão dos repasses e a rescisão contratual com a empresa responsável pela obra, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) chegou a dizer que a obra passaria por nova licitação para a continuidade aos serviços, o que não aconteceu. Agora, além de ter que contentar com a praça, a população deseja saber: Onde foram parar os quatro milhões? O caso será levado a órgãos fiscalizadores, como o Ministério Público, que investigará a situação da obra.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), o Governo Federal cancelou todos os convênios que tinha com a Prefeitura. Sobre os recursos liberados, a Semus confirma que foram aplicados na obra e acrescenta que a Caixa Econômica atestou os serviços. A secretaria destaca ainda que Prefeitura de São Luís não deu continuidade à obra por não dispor de recursos suficientes e que a prestação de contas referente ao convênio já foi realizada ao Governo Federal, não restando pendências junto ao ente.

Clique e veja os valores já liberados pelo Governo Federal

Pedido de Indisponibilidade de Publicação, atendido

Matéria retirada do blog, após comprovado equivoco jornalistico.

Prezado Sr. Werbeth Saraiva,

Fomos cientificados acerca de notícia publicada em seu blog no dia 10 de junho de 2020 intitulada: “Por quase R$ 1 milhão, Emserh contratou empresa de alvo da PF na operação “Cobiça Fatal”.

Esclarecemos que o Sr. Marilson Oliveira Raposo não tem qualquer participação na CAP Protensão e Construção LTDA , sendo inclusive desconhecido dos sócios da empresa.

Por isso, enviamos anexa a nota de esclarecimento e notificação.

Certos de vossa compreensão e compromisso com a verdade, manifestamos votos de respeito e consideração.

Ministro da saúde pede demissão

O Globo

Em nota, pasta informou que ele pediu demissão. Nos últimos dias, Teich e Bolsonaro discordaram de temas como uso da cloroquina e medidas de isolamento.

O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Em nota, a pasta informou que ele pediu demissão.

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.

Assim como Mandetta, Teich também apresentou discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.

Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre:

  • o uso da cloroquina no tratamento da covid-19 (doença causada pelo vírus). Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.
  • o decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica
  • detalhes do plano com diretrizes para a saída do isolamento. O presidente defende uma flexibilização mais imediata e mais ampla.

Teich foi chamado para uma reunião no Palácio do Planalto nesta manhã. Ele esteve com Bolsonaro e depois voltou para o prédio do Ministério da Saúde. A demissão foi anunciada logo depois.

Divergências com Bolsonaro

Cloroquina

Nesta semana, Bolsonaro disse em entrevista na saída da residência oficial do Palácio do Alvorada que seus ministros deveriam estar “afinados com ele”. O presidente fazia referência a uma postagem de Teich nas redes sociais, em que o então ministro alertava para riscos da cloroquina no tratamento de covid-19.