Polícia Civil e Gaeco deflagram operação ” Créditos Ilusórios” que lesou cofres públicos em R$ 70 milhões

A Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR), e o Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (GAECO), do Ministério Público,deflagraram na manhã desta quinta-feira(18), a Operação Créditos Ilusórios em cumprimento  a mandados de busca, apreensão e prisão de membros de uma Organização Criminosa especializada em fraudes tributárias e sonegação de impostos decorrentes do escoamento e comercialização de grãos, principalmente provenientes de municípios do Sul do Maranhão.

Também participaram da operação  policias civis dos Estados do Ceará, Tocantins e Piauí,  da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) que aconteceu   de forma simultânea e integrada com a Operação WALKING DEAD, realizada pela Polícia Civil do Tocantins, que foi assim batizada por ter sido identificado a utilização de dados de pessoas já falecidas na criação de empresas fantasmas integrantes do esquema criminoso.

Ao todo, foram cumpridos 65 mandados judiciais: 25 mandados de prisão temporária, 02 de prisão preventiva e 38 mandados de busca e apreensão nas Cidades de Araguaína/TO, Xinguara/PA, Riachão/MA, Balsas/MA, Floriano/PI e Fortaleza/CE, dando um total de 65 Mandados Judiciais.

A investigação, que corre em segredo de justiça na 1ª Vara Criminal de São Luís/MA, constatou a existência de uma organização criminosa com atuação interestadual, que por meio de empresas de fachada e da emissão de notas frias, se utilizava de benefícios fiscais – créditos tributários gerados ilicitamente.

De acordo com levantamentos feitos no âmbito da Secretaria de Fazenda do Maranhão, só no período compreendido entre os anos de 2015 a 2017, esta organização criminosa já causou um prejuízo para o Estado do Maranhão de mais de setenta milhões de reais, por sonegação de ICMS.

Constatou-se, ainda, que os membros da organização operavam o esquema com três núcleos de empresas, o primeiro núcleo era composto pelas empresas de fachadas, constituídas inclusive com uso de documentos falsos e pessoas fictícias, que através de operações simuladas e emissão de notas fiscais frias geravam créditos tributários às empresas do segundo núcleo, responsáveis pela intermediação de operações de compra e venda de grãos. Já o terceiro núcleo era composto por empresas contábeis responsáveis por mascarar e dar aparência de legalidade a estas transações.

Esta é a segunda operação realizada pela SECCOR com o objetivo de desarticular organização criminosa com envolvimento ilícitos em operações de agronegócio, em 2017 já havia sido deflagrada a operação Paraíso Fiscal que também contou com as participações do Gaeco e da Sefaz e desmantelou outra organização que agia nos mesmos moldes desta e que estava infiltrada principalmente nos Estados do Maranhão e no de Goiás.

Gaeco e Polícia Civil cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em cidades do Maranhão

O Ministério Público do Maranhão e a Polícia Civil deram cumprimento a mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, na manhã desta terça-feira, 16, nas cidades de Aldeias Altas, Caxias e São Luís, em razão de decisão judicial da 2ª Vara Criminal da Comarca de Caxias.

Foram presos temporariamente Antônio José de Sousa Paiva (secretário Municipal de Infraestrutura de Aldeias Altas) e Jaime Neres dos Santos (presidente da Comissão Permanente de Licitação de Aldeias Altas). Este último também foi preso em flagrante por posse ilegal de arma e o primeiro por subtração de documento público.

Estão em aberto os mandados de prisão temporária de Melissa Lima Barroso, Paulo Roberto Feitosa Wanderley, Paulo Valério Mendonça (empresário) e George Luis Damasceno Borralho, que podem ser considerados foragidos, caso não se apresentarem espontaneamente.

A referida decisão judicial, que resultou na operação, atendeu pedido da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Caxias, que apura possíveis irregularidades na contratação da empresa M L Barroso Moura – ME para a realização de serviços de limpeza urbana na cidade de Aldeias Altas no ano de 2017, cujo contrato foi aditivado nos anos de 2018 e 2019.

De acordo com a investigação, o procedimento licitatório foi superfaturado, bem como foram identificados indícios de associação criminosa com o objetivo de fraudar a licitação, envolvendo tanto a empresa vencedora do certame como também uma das perdedoras, a Impacto Construção Civil Ltda., cujo responsável legal, Paulo Valério Mendonça, recebeu mais de R$ 1 milhão da empresa M L Barroso Moura – ME.

Além disso, foi constatado que a empresa investigada também fez transferências bancárias para familiares do secretário Municipal de Infraestrutura, Antônio José Sousa Paiva, e do presidente da Comissão Permanente de Licitação, Jaime Neres dos Santos.

Coordenaram a operação a 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Caxias e as unidades do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), de São Luís e Timon, bem como a Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor ) e a Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI).

Localizado a 399 km de São Luís, o município de Aldeias Altas é termo judiciário de Caxias.

Operação do Gaeco e da Polícia Civil cumprem mandados de prisão, busca e apreensão

Foto: Divulgação

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e a Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção(Seccor) da Polícia Civil realizaram na manhã desta segunda-feira, 17, uma operação para cumprimento de mandados de busca e apreensão de documentos e prisão preventiva em São Luís, Paço do Lumiar e Goiânia, por força de decisão da 1ª Vara Criminal do Termo Judiciário da Capital.

As investigações, conduzidas pelo Gaeco em conjunto com o 1° Departamento de Combate à Corrupção (1° Deccor), apuraram um esquema de corrupção com a participação de servidores da Coordenadoria de Precatórios do Tribunal de Justiça, visando favorecer credores da Fazenda Pública na elaboração de cálculos em desacordo com a decisão judicial, bem como em dar preferência na ordem de pagamento em troca de vantagem financeira.

Segundo apurado até o momento, os servidores Daniel Andrade Freitas e Thiago da Silva Araújo, além terceirizado Thiago Rafael de Oliveira Candeira, presos na sede administrativa do Tribunal de Justiça, obtinham informações sobre os credores de precatórios e entravam em contato por telefone solicitando vantagem para que eles tivessem seus pagamentos incluídos na lista.

O esquema também tinha a participação de Wendel Dorneles de Moraes, preso em Goiânia. Daniel Freitas, Thiago Araújo e Thiago Candeira facilitavam o acesso de Wendel à planilha de credores e valores. Em seguida, Wendel fazia a intermediação entre estes e os credores através de contato telefônico solicitando valores. Todos já estão presos.

O Gaeco do Ministério Público de Goiás auxiliou a operação  para o cumprimento do mandado de prisão de Wendel Moraes,em Goiânia.

 

Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra suspeito de explodir agência bancária no MA

 Valdenir Coelho Granja Foto: Polícia Civil

 O Departamento de Combate ao Roubo a Instituições Financeiras (DCRIF), da Superintendência de Investigações Criminais(SEIC), deu cumprimento na quarta-feira (10), em São Luís, a um mandado de prisão preventiva, expedido pela comarca de Aparecida de Goiânia(GO),em desfavor de Valdenir Coelho Granja, também conhecido como “TG”. Ele é suspeito de ser um dos integrantes da associação criminosa responsável por explosões em agências bancárias e terminais de autoatendimento nos estados do Goiás, Pará e Maranhão.

Segundo  informações policiais , Valdenir Coelho foi preso em um condomínio, situado no bairro Forquilha, onde ele estava residindo há alguns meses. Na ocasião, ele também foi preso em flagrante pela posse de uma pistola calibre 380, com numeração suprimida e além do uso de documentos falsos.

Pistola 380 encontrada em poder de Valdenir Foto: Polícia Civil

Na ação criminosa ocorrida em Penalva, os criminosos destruíram a referida agência utilizando-se de artefatos explosivos. As investigações continuam com o intuito de identificar, localizar e prender os demais integrantes da associação criminosa.

Polícia Civil e Militar realizam Operação Jagunço e apreendem armas e munições em Carolina

Foto: Polícia Civil

Uma ação  das Polícias Civil e Militar do município de Carolina em conjunto com a   Polícia Civil de Goiatins/TO, resultou  nesta quinta-feira (11),nas prisões de Antonio da Anunciação, Jorge dos Santos Rodrigues, Maria de Jesus dos Santos Rodrigues, Irinelton Andrade da Silva, Jovenilson da Silva Torres;além da  apreensão de  um menor .

Segundo informações policiais, a ação denominada de” Operação Jagunço” foi realizada  no Povoado Helenópolis, situado na zona rural do município de Carolina.

Durante a operação, foram apreendidas 25 armas de fogo, dezenas de caixas de munições de diversos calibres, pólvora e chumbo para recarga de cartuchos e espoletas.

Os presos foram conduzidos para a  Delegacia de Carolina, onde foram  autuados na Lei 10.826/03 do Código Penal Brasileiro pelo crime de comércio ilegal de arma de F-fogo

Ditadura!Secretaria de Segurança intima blogueiro após reportagens

blogueiro Neto Ferreira FOTO:Divulgação

Em total desencontro com a postura do próprio governador Flávio Dino (PCdoB), que defendeu em seu twiter a liberdade de expressão, a Polícia Civil do Maranhão, através do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência de Investigações Criminais (Seic), intimou nesta terça-feira (09), o titular do Blog do Neto Ferreira para falar sobre uma das postagens envolvendo o caso Décio Sá.

A confirmação de que a intimação se trata disto foi dada pelo delegado Gil Gonçalves, que assumiu a (DCCO), logo após a saída do delegado Ney Anderson Gaspar. Gaspar é o mesmo delegado que trouxe à tona um escândalo onde o chefe da SSP, delegado Jefferson Portela, é acusado de mandar espionar assessores, desembargadores, inclusive, parentes dos mesmos: Froz Sobrinho, Nelma Sarney e Guerreiro Júnior.

Exibida dia 27 de março deste ano, a matéria que gerou a intimação de hoje foi titulada na época por “gravação revela proposta de R$ 10 milhões e interferências no caso Decio Sá“, e transcreve um áudio sigiloso que reforçam a tese da existência de outros mandantes da morte do jornalista Décio Sá, que ocorreu em abril de 2012.

No áudio, conversam José Alencar Miranda, pai do agiota Gláucio Alencar, e uma pessoa que não teve a identidade revelada. O pai do agiota revela que recebeu proposta de R$ 10 milhões para assumir a articulação do assassinato do jornalista e acusasse ex-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho, e o juiz Cidarta Gautama como mandantes do crime.

Liberdade e sigilo da fonte

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, defendeu, em maio deste ano, a liberdade de imprensa e disse que “O Estado não tem poder algum para interditar a livre circulação de ideias ou o livre exercício da liberdade constitucional de manifestação do pensamento ou de restringir e de inviabilizar o direito fundamental do jornalista de informar, de pesquisar, de investigar, de criticar e de relatar fatos e eventos de interesse público, ainda que do relato jornalístico possa resultar a exposição de altas figuras da República.”

Em outubro de 2015, mesmo ministro já havia decidido que o sigilo da fonte não é um privilégio de jornalistas, mas “meio essencial de plena realização do direito constitucional de informar”. Para o ministro, trata-se de uma prerrogativa dos profissionais da imprensa, a ser usada “a critério do próprio jornalista, quando este assim o julgar necessário ao seu exercício profissional”.

 

 

Polícia faz buscas na sede do Cruzeiro em investigação sobre lavagem de dinheiro

Foto: Vladimir Vilaça

A Polícia Civil cumpre na manhã desta terça-feira (9) mandados de busca e apreensão na sede do Cruzeiro, no Barro Preto, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, e também na Toca da Raposa, centro de treinamento que fica na Região da Pampulha.

A sede da torcida organizada Máfia Azul também é alvo da operação, batizada de Primeiro Tempo. Segundo a polícia, cerca de 100 agentes participam da ação.

As buscas também acontecem nas casas do presidente do Cruzeiro Wagner Pires de Sá e do vice de futebol Itair Machado. A defesa deles ainda não se manifestou.

O atual bicampeão da Copa do Brasil é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro, uso de empresas de fachada e até pela venda de direitos de um menor de idade. A dívida do clube chega a R$ 500 milhões.

Em maio, a TV Globo teve acesso a documentos internos do clube que revelam transações irregulares e uso de empresas de fachada para ocultar crimes.

O Ministério Público informou que o processo corre em sigilo e que por isso não pode dar detalhes sobre as investigações.

A INVESTIGAÇÃO

A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito para apurar denúncias sobre falsificação de documento particular, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os investigadores já ouviram 15 pessoas, todas elas relacionadas de alguma forma com o Cruzeiro – entre funcionários e ex-funcionários, dirigentes e prestadores de serviços que realizaram transações com o clube.

O inquérito se baseia em um balancete contábil analítico, que demonstra pagamentos feitos pelo Cruzeiro no decorrer de 2018.

G1

Polícia Civil apreende 20 kg de maconha em São Luís

A Polícia Civil  prendeu na noite da última terça-feira (2) Angélica Santos Silva, no bairro São Bernardo,em São Luís.

Segundo a polícia, Angélica foi monitorada após denúncias anônimas apontando que   usava uma  quitinete  para armazenar a droga. No local, os agentes apreenderam cerca de 20 kg de maconha.

além das  19 peças de maconha armazenadas  dentro de uma caixa de papelão,foram encontradas  duas balanças de precisão e outros apetrechos para confeccionar drogas. Após o auto de prisão em flagrante, Angélica foi encaminhada para o presídio feminino, em São Luís.

Angélica foi presa com 20kg de maconha no bairro São Bernardo. Foto: Polícia Civil

Polícia Civil apresenta quadrilha que atuava em roubo de cargas na capital maranhense

Presos durante a Operação Carga Segura, da Polícia Civil. Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil apresentou durante coletiva à imprensa, nesta quarta-feira (26), envolvidos em quadrilha que praticava  roubos de cargas na capital maranhense. Os  oito foram presos  mediante  mandados de prisão. Segundo a polícia,os presos na operação ” Carga Segura” são suspeitos  de integrarem  uma  facção criminosa de São Luís.

As prisões ocorreram na região da BR 135, nos bairros Vila Maracujá e adjacências. Segundo informações, as investigações iniciaram no dia 09 de abril de 2019, após roubo de uma carga de eletrodomésticos da empresa Novo Mundo, fato ocorrido na Vila Industrial, bairro Ribeira. A carga estava avaliada  em  R$ 100.000,00.

Na operação, foram presos : os irmãos Kelyson Ferreira Moreira Santos e Kelenilson Ferreira Veloso; Wermewson Silva Feitosa e  Mairton Silva Feitosa; Matheus Lisboa Pinto e Bruno de Sousa Costa.

Ainda durante a operação, foi aprendida uma arma de fogo, além de 53 papelotes de cocaína, uma porção de maconha, 400,00 reais em espécie e o carro modelo Classic,de  cor preta. Todos foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas onde ficarão à disposição da justiça.

Polícia Civil faz operação contra tráfico interestadual de drogas no Tocantins e Maranhão

Foto da Operação Fronteira. Foto: Polícia Civil.

A Polícia Civil iniciou na manhã desta quarta-feira (19) uma operação denominada “Fronteira” contra o tráfico interestadual de drogas no Tocantins e Maranhão. Estão sendo cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão em Sítio Novo (TO), São Miguel do Tocantins, Augustinópolis e Imperatriz (MA). Oito pessoas foram presas.

Durante a operação,que teve objetivo combater o tráfico interestadual de entorpecentes, foram expedidos nove mandados de prisão preventiva e seis ordens de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos pela Delegacia Especializada em Investigações Criminais de Araguatins (DEIC) de Araguatins, em parceria com o Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE).