Após 2 meses do apagão, 13 dos 16 municípios do Amapá voltam a registrar falta de energia

Vista aérea de Macapá, capital do Amapá — Foto: Rogério Lameira/Rede Amazônica

Vista aérea de Macapá, capital do Amapá — Foto: Rogério Lameira/Rede Amazônica

Pelo menos 13 dos 16 municípios amapaenses, incluindo Macapá, registraram falta de energia por volta das 16h desta quarta-feira (13), segundo a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), que é a distribuidora de energia. O novo apagão acontece dois meses após a crise energética que atingiu o estado em novembro de 2020.

A Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE), empresa que administra a principal subestação do estado, declarou que sofreu uma “ocorrência na linha de transmissão de Laranjal à Macapá” e que “a questão já foi resolvida”. O concessionária informa ainda que “disponibilizou as linhas de transmissão instantaneamente (em um minuto)” e que os equipamentos funcionam sem intercorrências (leia a íntegra mais abaixo).

G1 procurou também o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), mas não obteve retorno até o momento.

O fornecimento foi normalizado em alguns bairros da capital cerca de 30 minutos após a queda de energia. No entanto, o G1 apurou que ainda há municípios sem eletricidade.

Este é o terceiro apagão registrado no Amapá desde o dia 3 de novembro de 2020. O segundo aconteceu no dia 17 de novembro do ano passado.

No dia 23 de dezembro de 2020 foi energizado o transformador de “backup” que garante segurança energética para 89% do estado. A ativação do equipamento, que saiu de Roraima, integra um planejamento feito pelo governo federal para a normalização do fornecimento do serviço no estado. Agora o Amapá tem à disposição três equipamentos do tipo.

Posicionamentos sobre o apagão desta quarta

 

LMTE

A Linhas de Macapá Transmissora de Energia informa que na tarde desta quarta-feira sofreu uma ocorrência na linha de transmissão de Laranjal à Macapá, que abastece sua subestação Macapá, e que a questão já foi resolvida.

A concessionária disponibilizou as linhas de transmissão instantaneamente (em um minuto), e portanto sua disponibilidade de suas instalações de transmissão foi normalizada. Tal evento ocorre diariamente no Brasil, e no caso particular expõe a fragilidade do sistema de energia do Amapá que não conta com redundância devido a questão de planejamento setorial.

A LMTE destaca que sua subestação Macapá e os três transformadores da subestação Macapá funcionam sem intercorrências.

CEA

A CEA informa que a interrupção do fornecimento de energia na tarde desta quarta-feira, 13, não tem relação com problemas de distribuição.

Foi identificado uma ocorrência na linha de transmissão no trecho Macapá/Jari. A Companhia aguarda as informações oficiais do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Transformador que pegou fogo em subestação de energia em Macapá em novembro — Foto: Arquivo Pessoal

Transformador que pegou fogo em subestação de energia em Macapá em novembro — Foto: Arquivo Pessoal

Linha do tempo

 

O apagão aconteceu no dia 3 de novembro, durante uma tempestade. O ONS descreveu que encontrou uma série de falhas em usinas, na rede de distribuição e Subestação Macapá, que é a principal do estado. Na segunda-feira (11), a TV Globo divulgou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apontou que falhas do ONS e ainda da LMTE levaram ao início da crise energética.

Antes do apagão, só estavam funcionando dois equipamentos, porque o terceiro estava em manutenção desde dezembro de 2019. Segundo o relatório do ONS, na noite do dia 3 houve um curto-circuito, seguido de explosão e de incêndio num primeiro transformador, o que sobrecarregou um segundo equipamento.

Os problemas deram início à crise, que mudou a rotina dos amapaenses, provocou uma corrida a postos de combustíveis e mercados, causou prejuízos financeiros e até mesmo resultou no adiamento das eleições em Macapá (que encerrou com o 2º turno no dia 20 de dezembro).

Foram 4 dias totalmente sem eletricidade. O fornecimento voltou para parte da população só no dia 7 de novembro, após a manutenção e energização de um dos três transformadores. Foram cerca de 20 dias enfrentando apagões e racionamento de energia elétrica e o fornecimento só foi retomado em 100% no dia 24 de novembro, quando um segundo transformador foi ativado.

Esse equipamento foi transferido para Macapá vindo de Laranjal do Jari, no Sul do estado. Nesse município chegou um transformador para repor o que foi emprestado à capital; ele foi energizado na última sexta-feira (8). Para lá foi enviado um equipamento em desuso na Subestação Vila do Conde, no interior do Pará.

Caminhão cai de ponte em João Monlevade, na BR-381, no mesmo lugar de acidente com ônibus que matou 19 no mês passado

Um caminhão caiu da “Ponte Torta”, na BR-381, em João Monlevade, Região Central de Minas Gerais, na tarde desta quarta-feira (13). O acidente foi no mesmo local onde um ônibus caiu no dia 4 de dezembro e matou 19 pessoas.

Caminhão cai de ponte em João Monlevade

Caminhão cai de ponte em João Monlevade

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o motorista perdeu o controle do caminhão e caiu no Rio Piracicaba. O veículo está totalmente submerso e, segundo testemunhas, há duas pessoas dentro dele: o motorista e um passageiro.

Às 16h30, mergulhadores de Itabira estavam no local para atuar no resgate. Militares de Belo Horizonte estavam a caminho de João Monlevade para atuar na ocorrência.

Dom Eusébio Scheid morre aos 88 anos em São José dos Campos, SP

Dom Eusébio de 88 anos, morreu nesta quarta (13) após complicações com Covid-19 — Foto: Divulgação / Diocese de SJC

Dom Eusébio de 88 anos, morreu nesta quarta (13) após complicações com Covid-19 — Foto: Divulgação / Diocese de SJC.O

bispo Dom Eusébio Scheid morreu nesta quarta-feira (13), aos 88 anos, em São José dos Campos (SP) por complicações geradas pela infecção de Covid-19.

A morte foi comunicada pela Diocese de São José, que informou em nota que ele faleceu após dias de internação no Hospital São Francisco, em Jacareí. Segundo a nota da diocese, ele havia contraído uma forte pneumonia.

Dom Eusébio Oscar Scheid foi o primeiro bispo da Diocese de São José dos Campos nomeado em 1981, e desde 2001 era o arcebispo emérito do Rio de Janeiro.

Segundo a Diocese de São José dos Campos, devido à pandemia não haverá velório e missa abertos ao público.

Dom Eusébio Scheid em foto de arquivo ao lado do papa João Paulo II — Foto: Divulgação/ Diocese de São José dos Campos

Dom Eusébio Scheid em foto de arquivo ao lado do papa João Paulo II — Foto: Divulgação/ Diocese de São José dos Campos

Biografia

Dom Eusébio nasceu em Luzerna (SC) em 8 de dezembro de 1932. Ele concluiu os estudos básicos no Seminário dos Padres do Coração de Jesus em Corupá (SC).

Religioso da Congregação dos Padres do Coração de Jesus (Dehonianos), fez os votos em 2 de fevereiro de 1954. Estudou Filosofia em Brusque (SC) em 1954 e na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, Itália, entre 1955 e 1957. Lá, estudou teologia. Foi ordenado presbítero no dia 3 de julho de 1960, em Roma, pelas mãos de Dom Inácio João Dal Monte, bispo de Guaxupé.

Continuou os estudos de pós graduação e recebeu os títulos no grau de mestre e doutor em Cristologia.

Com mais de 60 anos de ministério, Dom Eusébio fainda passou por outras cidades do Vale do Paraíba, como Taubaté e Aparecida, foi conselheiro da Pontifícia Comissão para a América Latina no Vaticano e atuou na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Governo requisita mais 30 milhões de seringas e agulhas, diz entidade de fabricantes

Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (4) que requisitou seringas e agulhas de estoques excedentes a empresas fabricantes para a futura vacinação contra a Covid-19. À TV Globo, a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo) disse que se comprometeu a fornecer 30 milhões de unidades.

O jornal “O Globo” antecipou nesta segunda que, durante reunião entre representantes do governo e de três fabricantes, foram acertadas as 30 milhões de unidades em lote inicial.

“O Globo” também informou que, segundo a associação, as 30 milhões de unidades serão fornecidas ao governo federal até o fim de janeiro por três empresas, sendo 10 milhões de unidades por fabricante.

“Representantes do Ministério da Saúde realizaram uma requisição administrativa, na forma da lei, de estoques excedentes junto aos fabricantes das seringas e agulhas, representados pela Abimo. Isso, enquanto não se concluiu o processo licitatório normal, que será realizado o mais breve possível. Essa requisição visa a atender às necessidades mais prementes para iniciar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19”, informou o ministério nesta segunda.

A requisição administrativa é um mecanismo previsto na Constituição por meio do qual o poder público pode usar temporariamente bens privados “no caso de iminente perigo público”. Pela regra, o governo deve assegurar indenização, “se houver dano”.

Na nota, o Ministério da Saúde não informou quanto pagará pela requisição dos estoques excedentes.

Ainda não há uma vacina contra a Covid-19 autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O primeiro pregão para compra de seringas feito pelo Ministério da Saúde previa a compra de 331 milhões de unidades, mas as empresas que participaram ofertaram 7,9 milhões, o que correspondeu a 2,4% do total.

Eric Costa e Fernando Pessoa na mira da Seccor

A Seccor (Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção), da Polícia Civil do Maranhão, avança em duas investigações que miram a gestão do ex-prefeito de Barra Corda, Eric Costa.

Segundo fontes do ATUAL7 com acesso aos levantamentos, as apurações tiveram início no ano passado, ambas por VPI (Verificação de Procedência das Informações). O procedimento é um mecanismo criado pela legislação para averiguar a verossimilhança de suposta ocorrência de fato criminoso e a viabilidade de instauração de inquérito policial.

O objetivo é apurar supostas ilegalidades nas despesas com pessoal e contratos celebrados entre 2014 e 2015, e relativas ao exercício financeiro de 2019.

As apurações tramitam sob sigilo, no âmbito da 2ª Deccor (Departamento de Combate à Corrupção).

Eric Costa é do PCdoB, partido do governador Flávio Dino. Ele permaneceu no cargo entre 2013 e 2020.

O ex-deputado e atual prefeito de Tuntum também é um dos alvos…

Othelino continua fazendo Assembleia Legislativa de comitê para eleições da FAMEM

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto, segue fazendo da casa do povo um comitê para as eleições da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM). O deputado tem recebido prefeitos ao lado de Erlânio Xavier, que é candidato à presidência da federação. Os encontros são sempre registrados e divulgados nas redes sociais do deputado.  

O processo eleitoral à presidência da FAMEM conta com dois candidatos: o prefeito de Igarapé Grande Erlânio Xavier (PDT) e o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos). A disputa pelo comando da entidade tem provocado um movimento intenso nos bastidores da política. A eleição está confirmada para amanhã (14) com 217 prefeitos aptos para a votação.

Ex-prefeito de Nova Olinda é condenado por ausência de prestação de contas

O ex-prefeito de Nova Olinda do Maranhão, Delmar Silveira Sobrinho, teve sentença desfavorável proferida pelo Judiciário em Santa Luzia do Paruá. Ele é réu em ação de improbidade administrativa movida pelo Município de Nova Olinda.

O ex-gestor estava sendo acusado de ausência de prestação de contas referente ao ano de 2016, quando era prefeito, bem como de não entregar os documentos essenciais às contas do Município. A ação teve o objetivo de apurar a conduta do requerido consistente na omissão no dever de encaminhar para a Secretaria do Tesouro Nacional as contas anuais, alusivas ao exercício financeiro de 2016.

A sentença explica que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina a todos os Entes da Federação o encaminhamento à União das contas anuais, para efeito de consolidação e divulgação, cujo descumprimento implica em sanção institucional com o impedimento de realização de transferências voluntárias e contrate operações de crédito, dentre outras penalidades, inclusive de ordem pessoal.

Obra eleitoreira de Fernanda Gonçalo coloca em risco segurança de bacabeirenses

Uma galeria construída pela prefeitura de Bacabeira, concluída há pouco mais de 60 dias, já está causando transtornos e colocando a vida da população em risco, principalmente de crianças e idosos que trafegam às margens da Avenida Brasil, na BR-135, em Bacabeira.

A obra, que foi finalizada às pressas, apresenta problemas, com fendas e rachaduras expostas por toda parte. Para evitar que pessoas se acidentem, moradores estão improvisando sinalização com fitas, troncos de madeira e palhas na obra.

A situação chegou a esse ponto porque a obra foi acelerada para servir aos interesses da gestora que disputou a reeleição. Os transtornos resultam do descaso da gestão municipal com a população e da falta de responsabilidade com o dinheiro público.

AXIXÁ – Sônia Campos precisa pensar num nome para sua sucessão

Certo de que ainda está na lua de mel da sua 4ª vitória à Prefeitura de Axixá, Sônia Campos – que desbancou por duas vezes a sua rival, Roberta Barreto – terá que trabalhar um nome para sua sucessão.

Leitores mais atentos do blog podem dizer que as eleições para prefeito serão só daqui a 4 anos.

Há quem diga que Sônia não é a política, mas sim o primeiro-cavalheiro, que não tem carisma mas sabe onde a ‘coruja dorme’.

O nome que será lapidado pelos próximos anos ainda é uma incógnita. A não ser que isso seja indiferente para Soninha, que já entrou para a história no município.

Vale a pena aguardar…

Câmara Municipal de Santa Inês é investigada após indícios de irregularidades em contratação de coffee break

O ex-presidente da Câmara Municipal de Santa Inês, Luís Carlos Pereira Siqueira, que esteve no comando da instituição até o final de 2020, está sendo investigado após indícios de irregularidades quanto a realização de procedimento licitatório para a contratação de serviço de fornecimento de coffee break para as sessões e eventos da Câmara no ano de 2020.

De acordo com informações, o Ministério Público teve conhecimento do caso por meio de uma representação formulada no protocolo nº 003/2021. A investigação tem como objetivo apurar as irregularidades apontadas e posterior ajuizamento de ação civil pública.

Cabe à Comissão Permanente de Licitação do município, o encaminhamento de fotocópia integral do procedimento licitatório, realizado no ano de 2020, o qual tinha por objeto a contratação de serviços de pessoa física para o fornecimento de coffee break para as sessões e eventos da Câmara Municipal, assim como todas as notas, ordens de pagamento e comprovante de transferência bancária referente ao contrato celebrado.