Mesmo com o encerramento da greve geral dos rodoviários dos sistemas urbano e semiurbano da Grande São Luís, os funcionários da empresa Expresso Rei de França, antiga 1001, permanecem paralisados.

A categoria protesta contra o atraso no pagamento de salários, benefícios e rescisões de trabalhadores demitidos. Com isso, os ônibus operados pela empresa continuam sem circular, afetando diretamente milhares de usuários.

A greve geral teve início em 23 de janeiro e foi encerrada após decisão da Justiça do Trabalho, que concedeu reajuste salarial de 5,5% e garantias de pagamento dos salários atrasados, após reuniões com o Ministério Público do Maranhão, empresários e a Prefeitura de São Luís.

No entanto, os rodoviários do Expresso Rei de França afirmam que só retornarão ao trabalho após a quitação integral dos débitos. A paralisação atinge 15 linhas da Grande São Luís, prejudicando bairros como Ipem Turu, Parque Vitória, Forquilha e Vila Isabel Cafeteira.

A empresa informou que negocia com os trabalhadores e atribui os atrasos ao não repasse de subsídios pela Prefeitura, comprometendo a manutenção do serviço.