As equipes utilizam um aplicativo de geolocalização que registra, em tempo real, todas as áreas já percorridas durante as buscas pelas crianças desaparecidas Ágata Isabelle, de 5 anos, e Allan Michael, de 4.

Cada agente opera com um celular que marca automaticamente o trajeto realizado, garantindo controle preciso da região vasculhada e evitando sobreposição de esforços.

A área foi dividida em 45 quadrantes, com equipes responsáveis por cada setor.

Enquanto alguns agentes percorrem trilhas principais, outros atuam em áreas de mata fechada, com vegetação densa e de difícil acesso.

Segundo as forças de segurança, grande parte do território já foi analisada, com apoio de voluntários que reforçam a operação.