O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão informou que outras empresas de ônibus podem aderir à greve motivada por atrasos salariais e descumprimento de direitos trabalhistas.
Até o momento, duas empresas já paralisaram suas atividades: a 1001, que iniciou o movimento na última sexta-feira (14), e a Marina, que cruzou os braços nesta segunda-feira (17).
Juntas, elas atendem dezenas de bairros da Grande Ilha, incluindo regiões como Cidade Operária, Cidade Olímpica, Jardim Tropical e Vila Janaína.
Além dos salários atrasados, os trabalhadores denunciam férias e rescisões não pagas. Em nota, o sindicato alertou para a possibilidade de novas adesões nos próximos dias.
“Ao longo desta semana, outras empresas que atuam no transporte público na Grande São Luís poderão ter as atividades paralisadas, em razão dos mesmos problemas”, afirma a entidade.
A ampliação da greve pode causar ainda mais impactos na mobilidade urbana, que já enfrenta atrasos e redução de frota.



