Teve início nesta quarta-feira (21), no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís, o julgamento dos acusados pelo assassinato do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, o Nenzin. Sentam no banco dos réus o próprio filho da vítima, Júnior do Nenzin, e o vaqueiro Luiz Carlos Cordeiro, conhecido como Luizão.
O júri popular, presidido pelo juiz Clésio Coelho Cunha, conta com sete jurados sorteados entre cidadãos da capital, que terão a responsabilidade de decidir pela culpa ou inocência dos réus.
Segundo o Ministério Público do Maranhão, o crime foi premeditado e teria sido arquitetado por Júnior com o auxílio de Luizão. Nenzin foi executado com um tiro na nuca, em um crime que chocou o estado pela brutalidade e pelo envolvimento familiar.
A promotoria pede a condenação dos dois por homicídio qualificado, o que pode resultar em penas de até 40 anos de prisão. Nenzin foi prefeito de Barra do Corda por três mandatos e era uma das figuras mais influentes da política no interior maranhense.



