Weverton anuncia oposição crítica e responsável à Bolsonaro

Eleito senador com a maior votação da história política do Maranhão, o deputado federal Weverton Rocha (PDT) anunciou ainda na noite de ontem, após o resultado da eleição presidencial, que fará, a partir de janeiro, uma oposição crítica, responsável e disposta ao diálogo com o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

“Os brasileiros decidiram nas urnas quem ocupará a Presidência do Brasil. E como manda a democracia, devemos respeitar a decisão. Por convicções ideológicas estarei na oposição. Farei uma oposição critica e responsável , disposta ao diálogo. Mas intransigente na defesa do trabalhador, da justiça social e, sobretudo, do respeito às divergências de pensamento”, afirmou o presidente do PDT no estado nas suas redes sociais.

Weverton, no primeiro turno, apoiou o candidato do seu partido, o ex-governador Ciro Gomes, terceiro colocado na preferência do eleitorado brasileiro e que assumiu posição de neutralidade no segundo turno.

O senador eleito, no segundo turno, declarou apoio a Fernando Haddad, devolvendo, inclusive, a gentileza do PT, que esteve com ele e o governador reeleito, Flávio Dino (PC do B), na campanha vitoriosa finalizada no último dia 07.

Eliziane e Roberto – A deputada federal e senadora eleita, Eliziane Gama (PPS), também se manifestou acerca do resultado das urnas.

Ela parabenizou Flávio Dino que, segundo ela, mostrou forte liderança, garantindo mais de 71% dos votos para Haddad, acima da média do Nordeste.

A evangélica também sugeriu o nome do comunista como nova liderança que pode assumir o “protagonismo nacional das pautas que são tão caras e foram conquistadas com tanta luta”.

Já o senador Roberto Rocha (PSDB), candidato derrotado ao governo e que declarou apoio a Bolsonaro ainda no primeiro turno, cumprimentou o presidente eleito.

De acordo com ele, “os desafios daqui para frente são enormes, entre eles de unir o país, resgatar a economia brasileira, por meio da geração de empregos e renda, reforçar a segurança pública e, especialmente, ter um olhar mais atento ao Nordeste”.

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