Quem São Eles? E por que estavam “desaparecidos”? Por que ressurgiram agora? Entenda…

Depois de quase 4 anos da eleição que definiu nossos representantes a nível estadual e federal os milhares de leitores que o Blog Do Werbeth Saraivalcança diariamente em todo o Maranhão mais com maior intensidade nas regiões: Litoral,Vale do Pindaré,Alto Turi e Gurupi e na maior parte da baixada estarão concordando ….

Nossos Leitores irão concordar com um próximo poster onde de forma clara vamos discorrer o porque do “sumiço” dos deputados que destaquei na foto de capa desse poster e olha que nem coloquei “todo mundo,” quer dizer, desaparecimento em “termos,” pois agora faltando pouco menos de oito meses para a eleição todos estão ressurgindo das “Cinzas” Você entenderá mais sobre o que falo NO PRÓXIMO POSTER…

AGUARDEM!!!

Para a maioria dos prefeitos do Maranhão FAMEM é um órgão figurativo. “Não nos representa.”

No Maranhão Flávio Dino faz questão de manter o presidente da FAMEM (Federação dos municípios do estado do Maranhão)  Cleomar Tema bem próximo do governo, mais próximo mesmo, pensando o governador que o órgão Mantém controle ou alguma Influência com prefeitos no estado, pura balela, para a maioria dos prefeitos do Maranhão o órgão é apenas figurativo, prova disso é que as contribuições mensais das prefeituras maranhenses ao órgão diminuíram e muito, em uma “roda” de prefeitos o assunto de pauta era exatamente o que estamos abordando aqui, um chegou a dizer ao outro:

” Rapaz, meu município não paga, e não vou pagar nada a FAMEM, é um órgão que não nos representa, não se expõe por nem um de nós quando acontece algo, órgão extremamente figurativo.”

Essa é a opinião de maioria dos prefeitos do estado sobre o órgão que “lhes representa.” Bem longe da opinião do governador Flávio Dino e do presidente Tema que inclusive vai lançar sua esposa candidata a deputada……………..

“O calote na Saúde do Estado continua”

Até onde vai a falta de respeito do Estado do Maranhão com o trabalhador da área da saúde?
Pela segunda vez em menos de 12 meses a Secretaria de Estado da Saúde, através de suas empresas de fachada, demite milhares de Prestadores de serviços da Área da Saúde, sem sequer dar aos mesmos um esclarecimento plausível.
Em Maio de 2017, o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania, IDAC, teve seu contrato com o Estado rescindido pela Secretaria de Saúde, por conta do envolvimento do Instituto nas investigações da Operação Rêmora, da Polícia Federal. Nesse caso, aproximadamente 1.300 funcionários que prestavam serviços ao Estado, por meio do IDAC, ficaram sem receber suas rescisões de contrato, valor que ultrapassa 7 milhões e meio de reais. A Secretaria de Saúde em nada se pronunciou com relação ao pagamento dessas obrigações trabalhistas, afinal, a responsabilidade primária sobre esses contratos é do Estado.
Agora, mais recentemente, outra empresa licitada para prestar serviços à EMSERH, a BIOSAÚDE, calotea na cara dura, aproximadamente 11 mil trabalhadores. Além de não ter feito um depósito nas contas do FGTS desses servidores, a BIOSAUDE sai sem dar sequer uma satisfação a todos esses funcionários, nem aviso prévio a mesma emitiu. Em reunião com funcionários da Sede da empresa em São Luis, os diretores da Biosaúde falaram que não tinham dinheiro para pagar tais direitos.
O que fica claro em ambos os casos, é a completa falta de compromisso e respeito do Governador Flávio Dino com esses milhares de Servidores, afinal, quem trabalha deseja receber seus direitos. Em meio a essas pessoas, existem aqueles que prestam serviço à SES a mais de 20 anos, e nunca se sentiram tão desamparados como neste governo. O que o Governador Flávio Dino ainda não percebeu é que não são somente 11 mil funcionários, na realidade são 11 mil votos, que facilmente podem multiplicar esse número por cinco, afinal cada trabalhador tem uma família pra sustentar.
Já que estamos falando de números que podem decidir uma eleição, vale relembrar que a ex Governadora Roseana Sarney, do PMDB, nas eleições de 2010, só venceu em primeiro turno do próprio Flávio Dino, por conta de 5024 votos, que correspondeu 0,08% dos votos válidos.
Fique atento Governador…

Carnaval 2018 de Nova Olinda Foi um dos melhores da BR 316

A prefeitura de Nova Olinda do Maranhão e a secretaria municipal de cultura e turismo, realizou o melhor carnaval da região.
Foram quatro dias de folia com muitas atrações. Começou no sábado dia 10 e terminou na terça-feira dia 13, pela tarde com o arrastão do bloco Galera Do Camaleão e a noite, muita festa com várias bandas, entre elas, a cantora Taty Girl. Vale ressaltar, que foram quatro dias de muita festa sem nenhuma ocorrência de violência, morte ou roubo, Parabéns para a polícia militar que intensificou a segurança no período carnavalesco e aos foliões, que brincaram com respeito, alegria e educação. Parabéns a prefeita Iracy Weba, Deputado Estadual Hemetério Weba pelo apoio cultural, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo na pessoa do prezado secretário Paulão, toda equipe de comunicação responsável pela transmissão da festa e pela divulgação e parabéns a todas as pessoas envolvidas na realização deste grandioso evento. Parabéns Novaolindeses, pelo melhor carnaval da região!

Acusados de canibalismo vão a júri popular em São Luís

Geovane Sousa Palhano, o “Bacabal”, e Enilson Vando Matos Pereira, conhecido como “Matias” ou “Sapato”, serão levados a Júri Popular pelo assassinato do detento Edson Carlos Mesquita da Silva, ocorrido em dezembro de 2013, em uma das celas do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Rones Lopes da Silva, o “Rony Boy”, acusado de ser o mandante do crime, também já foi pronunciado para ser submetido ao Tribunal do Júri. As decisões que determinam o julgamento dos acusados perante o Júri Popular são do juiz titular da 4ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, José Ribamar Goulart Heluy Júnior, que manteve a prisão dos réus e negou-lhes o direito de aguardarem o julgamento em liberdade.

Eles foram denunciados pelos crimes de homicídio qualificado, esquartejamento, canibalismo e destruição de cadáver. Conforme consta na denúncia do Ministério Público, o crime teria sido motivado por rivalidade entre facções criminosas dentro do presídio. Geovane Palhano Sousa responde a mais duas ações penais na Comarca de Bacabal-MA; Enilson Vando Matos Pereira, a outro processo na 4ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís; e Rones Lopes da Silva, a duas ações na 4ª e na 3ª Varas do Tribunal do Júri da capital. Na decisão de pronúncia, o magistrado afirma que “resta claro a necessidade de segregação cautelar desses acusados, pois é notável que os mesmos dedicam-se a atividades criminosas”, frisa.

Ainda de acordo com a denúncia do Ministério Público, no dia 23 de dezembro de 2013, por volta das 17h, na cela 01 do bloco “C” do presídio São Luís II (PSL II), no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, os denunciados e outro detento (já falecido) mataram Edson Carlos Mesquita da Silva, esquartejaram, vilipendiaram seus restos mortais (canibalismo) e destruíram o cadáver, conforme apontado na certidão de óbito e nos laudos de exame cadavérico e exame em local de morte violenta. Os restos mortais foram encontrados na lixeira, dentro de sacos de lixo e só foram identificados devido a uma tatuagem que a vítima tinha nas costas.

Crime- Uma das testemunhas declarou em juízo que no pavilhão em Pedrinhas, onde vítima e réus estavam presos, nada acontecia sem a permissão de uma pessoa conhecida como “Sapato”, que seria o líder e recebia ordens de “Rony Boy”. Conforme o relato, no dia do crime, Edson Carlos Mesquita da Silva foi amarrado e espancado durante toda a noite, ficando desfigurado. “Bacabal” e “Sapato” reuniram-se para decidir se matavam ou não o detento e, em seguida, “Sapato” entrou em contato com “Rony Boy”, que permitiu que a vítima fosse morta. Na época, “Rony Boy” estava preso no Quartel da Polícia Militar.

Ainda, segundo a testemunha, todos os acusados são integrantes de uma facção criminosa denominada Anjos da Morte, da qual a vítima não era membro; e Edson Carlos Mesquita teria sido assassinado com uma faca artesanal e os denunciados teriam retalhado o corpo; assado e comido o fígado da vítima, oferendo ainda aos demais detentos. Na decisão de pronúncia, o juiz destaca ter sido apurado que os denunciados teriam submetido a vítima a graves sofrimentos físicos e mentais, por longo lapso temporal (a noite inteira), como afirmou uma das testemunhas.

Absolvido – Denunciado pelo Ministério Público de participação no crime, Samyro Rocha de Souza, conhecido como “Taurus” ou “Satanás”, foi absolvido da acusação porque ele não se encontrava preso em Pedrinhas na data do crime, estando em liberdade desde o dia 19 de dezembro de 2013. O juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior revogou a ordem de prisão preventiva contra Samyro Rocha e expediu o alvará de soltura, se por outro motivo ele não estiver preso. Nas alegações finais, o órgão ministerial pediu a absolvição sumária do denunciado.

Mandante – A ação penal contra Rones Lopes da Silva, considerado o mandante do crime, foi desmembrada da ação originária, em que figuram todos os acusados, porque Rony Boy estava em presídio federal quando houve a audiência com os demais denunciados. Ele foi pronunciado, em novembro do 2017, para ser julgado pelo júri popular, e permanece preso.

Na decisão de pronúncia, o juiz destacou que os crimes dos artigos 211 e 212 do Código Penal, respectivamente, destruição de cadáver e vilipêndio a cadáver, por terem sido praticados em conexão com o crime de homicídio, são atraídos para julgamento no Tribunal do Júri Popular, cabendo ao Conselho de Sentença deliberar sobre tais imputações feitas ao acusado. O magistrado afirma que deve ser questionado aos jurados se a participação de Rones Lopes da Silva foi de dar permissão aos demais denunciados – uma vez que ele seria o líder da facção criminosa – através de uma conversa, via telefone, para que cometessem os crimes contra Edson Carlos Mesquita da Silva.

Pavimentação em ruas de Carutapera, continuam a todo vapor!

Obras de pavimentação foram executadas em diversas ruas do município e por meio do programa Mais Asfalto.  A ação segue asfaltando ruas do bairro subestação e centro, Rua Hélio Pantoja, Adilson Dourado e 18 de Novembro foram beneficiadas.

O Asfalto das ruas dá prosseguimento ao trabalho que vem sendo executado desde o ano passado, garantindo mais mobilidade urbana e qualidade de vida para a população, bem como melhorando o aspecto urbano, tendo impactos positivos, vale ressaltar que o asfalto chegou também a zona rural, como é o caso do povoado livramento.

“Estamos acompanhando de perto todas as obras de pavimentação executadas na cidade, o trabalho está sendo desenvolvido com responsabilidade e compromisso com a população, varias ruas ainda serão asfaltadas,  garantimos mais um quilometro de asfalto no são lourenço ”, disse o prefeito André Dourado.

Vídeo! No Maranhão mulher traída marca encontro pelo celular do marido e dá uma surra na amante .

Circula em grupos do whattsap alguns vídeos de um suposto caso de traição que ocorreu na cidade de Bacabal no Maranhão, onde uma mulher marcou um encontro com a amante do marido no celular dele, quando chegou no local, deu uma surra na suposta amante.
Alguém sabe mais sobre esse caso ?

Veja o vídeo;

Paulo Henrique Campos “Paulão” assume Secretaria de Cultura em Nova Olinda do Maranhão.

É oficial, o ex-vereador Paulo Henrique Campos “Paulão” assumirá a Secretaria de Cultura de Nova Olinda do Maranhão.

Com o pedido de afastamento de Ronildo Carvalho “Ronildo da Farmácia”, que afastou-se para ter maior dedicação aos seus negócios no ramo de farmácia.

A prefeita municipal Iracy Weba, ao lado do vice-prefeito Zé Alberto, anunciou o ex-vereador Paulão como o novo secretário de cultura. Paulo Henrique Campos “Paulão” estava direção do Hospital Municipal. Para a direção do hospital foi nomeado o enfermeiro Gonçalo Neto.

Paulão e toda equipe da Secretaria Municipal de Cultura já estão preparando as festividades de carnaval.

Cissero ferraz

Governo de “Todos Nós” maltrata de forma criminosa pacientes que precisam de hemodiálise..

Pacientes que precisam de hemodiálise no Maranhão tem sofrido com uma rotina desgastante pela falta de clínicas no interior do Estado. Há pacientes de municípios distantes que fazem longas viagens para garantir a sobrevivência com o tratamento de hemodiálise em São Luís, sendo clínicas em cidades próximas já deveriam ser entregues.
A Cláudia Rodrigues reclamou que a sua mãe, dona Ana, teve que sair de Serrano do Maranhão e morar na capital pra fazer hemodiálise porque não há lugar mais perto para o tratamento. Serrano do Maranhão é localizado a 486 quilômetros de São Luís.
“É cansativo. Minha mãe só vive chorando, querendo ir embora pra casa e a gente fica sem ter o que fazer, né? A gente teve que alugar uma casa. Meu pai tá se desdobrando lá no interior pra trabalhar”, desabafou Cláudia.
Em Santa Quitéria, localizado a 430 quilômetros da capital, vive a família do José Luís, de quinze anos de idade. A dona de casa Maria Silva afirmou que a família está morando de favor na casa de parentes para obter o tratamento dele.
“Fico muito cansada. Porque eu vivo na casa alheia”, reclamou.
Já a dona Salvani relatou que a mudança para São Luís ocorreu porque não havia condições de viajar entre Governador Luís Rocha e São Luís semanalmente. A distância entre as cidades é de 404 quilômetros. Leonardo da Cruz, marido da Salvani, afirmou que se mudou com a mulher e os quatro filhos mesmo sem condições de pagar aluguel, água e luz; e que a Prefeitura da cidade dele deixou de ajudar a família.
“A gente ficou numa casa de apoio e o prefeito atrasou a casa de apoio. Então o dono da casa de apoio botou a gente pra fora”, disse Leonardo.
Enquanto pacientes sofrem com as longas viagens, desde 2015 clínicas de hemodiálise em sete cidades do Maranhão seguem sem inauguração. O Governo do Maranhão reservou quase 7 milhões de reais para as obras e os contratos foram assinados em 2014, mas nenhuma clínica foi entregue até hoje.
Em Pinheiro e São José de Ribamar as obras estão lentas. Já em Chapadinha as obras ainda nem começaram. A obra deveria ter sido iniciada em 2014. O valor total da obra na cidade é de R$ 2.410.000,00 e o prazo de entrega era de 180 dias. Mas até o momento só há placas no local.
No ano passado, o Governo do Maranhão divulgou nota prometendo iniciar a construção das clínicas de Chapadinha, Coroatá, Santa Inês e Imperatriz no mesmo ano. A Secretaria de Saúde também prometeu inaugurar pelo menos três novos centros de hemodiálise.
Na época, Jane Araújo, chefe da Assessoria Jurídica da Secretaria de Saúde do Maranhão alegou que as obras paralisaram por causa de adequações nos projetos.
“Os projetos tiveram que ser revistos. A obra paralisou para adequar as normas do Ministério da Saúde, adequar as normas da Vigilância Sanitária… e nós estamos inaugurando três dessas clínicas na grande São Luís. Até o final do ano vamos ofertar 111 novas vagas”, afirmou Jane em Junho de 2017.
As obras seguem paradas e há paciente que morreu durante o período. A dona Eloísa passou seis anos viajando de Chapadinha até São Luís para fazer hemodiálise. Ela saía de casa com o marido perto das quatro da madrugada pra viajar até a capital e voltava cansada por volta das dez da noite.
Em dezembro, Eloísa passou mal em São Luís, não conseguiu vaga em hospitais e ficou em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que, por uma semana, não tinha máquina de hemodiálise. Como ela não podia ficar tanto tempo sem o tratamento, acabou morrendo.
O lavrador e marido de Eloísa, Arlindo Silva, contou que ela não morreria se a clínica prometida tivesse sido inaugurada em Chapadinha.
“Umas cinco máquinas resolveria. Sem precisar viajar tanto”, afirmou o lavrador.
Os que ainda resistem a essa rotina convivem com o perigo de viajar com transporte em péssimo estado. Um micro-ônibus de Chapadinha está com o para-brisa quebrado e, segundo os pacientes, vive no prego.
O Governo do Estado deu um novo prazo para resolver o problema e informou que as clínicas serão inauguradas a partir de setembro de 2018, mas não deu uma data definitiva. Sobre a van em mau estado, a Prefeitura de Chapadinha informou que faz manutenção constante no veículo, mas que há desgaste em um veículo que roda 3 mil quilômetros por semana.