Victor Mendes é investigado por ter supostamente desviado 4,8 milhões

Procedimento foi instaurado a partir de auditoria da STC na Sema. Autos foram encaminhados pelo STF para o 1º Grau da Justiça Estadual do Maranhão, em razão da restrição ao foro.

O deputado federal Victor Mendes (MDB) é alvo de inquérito por suposto dano de exatos R$ 4.858.886,00 (quatro milhões, oitocentos e cinquenta e oito mil e oitocentos e oitenta e seis reais) no erário estadual do Maranhão.

As investigações tramitavam no STF (Supremo Tribunal Federal) até essa segunda-feira 14, quando os autos foram enviados para a instância inferior pelo então relator, ministro Ricardo Lewandowski, em razão de decisão recente na Corte, de reduzir o alcance do foro privilegiado de deputados e senadores somente para aqueles processos sobre crimes ocorridos durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo parlamentar.

O procedimento foi instaurado a pedido da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), a partir de auditoria especial realizada na Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema); no Fundo Especial do Meio Ambiente (Fema); e no Fundo Estadual das Unidades de Conservação (Feuc), para apurar irregularidades nas contratações, execuções e pagamentos feitos pela pasta no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014, e encaminhada à Corte pela Secretaria da Transparência e Controle (STC) do Maranhão.

Do período em que Mendes figurou como dirigente e ordenador de despesas da Sema, a STC apontou na auditoria irregularidades em contratos e pagamentos para as empresas Tramitty Serviços Ltda. – EPP e MS Informática e Consultoria, conhecida no mercado como Shap Consul. Ainda segundo a STC, durante o período auditado, foram encontradas irregularidades em diárias e adiantamentos.

 Antes de decidir pela remessa dos autos para o 1º Grau da Justiça Estadual do Maranhão, em dezembro do ano passado, Lewandowski já havia determinado a entrada da Polícia Federal no caso, para as diligências necessárias e solicitadas pela PGR, pelo período de 60 dias. A PF, inclusive, havia sido autorizada no início do mês passado, conforme requereu, pela dilação de prazo do inquérito policial por 60 dias.

No Maranhão “ato de apoio” para secretário investigado pela Policia Federal se transforma em comício.

No Maranhão o governo Flávio Dino perdeu de vez as “estribeiras” depois do escândalo que foi as operações em que foram constatados milhões de desvios da saúde no governo Dino,o secretário  de saúde,Carlos Lula que é investigado pela policia federal e apontado como um dos principais beneficiados no esquema, resolveu desafiar a Polícia  Federal e o Ministério Público Federal em um “um ato em solidariedade ao secretário” onde mais parecia um comício,e o principal adversário: a policia federal, que várias vezes foi afrontada por Lula que repetia “Não tenho medo” desafiando a PF, agora o mais incrível disso tudo é que Lula diz não ter medo, mais o mesmo já entrou com dois pedidos de HC (Habeas corpus) para trancar as investigações da PF e ambos negados, como diz o ditado: “quem não deve, não teme.”

Além de secretários de estado e FUNCIONÁRIOS DA SES , diversas lideranças políticas e o governador Flávio Dino estiveram presentes.

O maranhão é o estado onde um secretário  é investigado pela Polícia  Federal e o governador ao invés de exonerar o “ACOBERTA.”