LASCOU! Profissionais de imprensa da Câmara de São Luís estão há meses sem receber

Presidente, Osmar Filho

De acordo com informações veladas recebidas pelo núcleo de inteligência do site SJ noticias, o presidente da Câmara Municipal de São Luís Osmar Filho, está dando calote nos profissionais da imprensa que “cobrem” e divulgam os trabalhos do legislativo municipal.

Ainda de acordo com as denúncias de dezenas de comunicadores que divulgam os trabalhos do legislativo ludovicense, Osmar Filho, alega que ainda não foi concluído o processo licitatório para realizar o pagamento dos profissionais, de acordo com uma fonte bem posicionada do blog, não passa de balela. O processo já foi concluído e o que prova isso é a divulgação do programa publicitário da CMSL, em uma emissora que pertence ao grupo Sarney.

Osmar Filho, está se projetando para as eleições municipais da capital, mais sua atuação “apagada” na Câmara, e agora com essa fama de “velhaco” seu destino pode estar bem longe do executivo de São Luís e até mesmo do legislativo.

Projeto Cajari 2020

Enquanto os comunicadores do legislativo de São Luís estão há “pão e água,” a movimentação de uma pessoa bem próxima de Osmar Filho pela prefeitura de Cajari começou bem cedo. Dizem que por lá não está faltando nada para os apoiadores do projeto “Cajari 2020.” Falaremos mais sobre o “projeto” nos próximos dias.

 

Empresa diz que Saúde do governo aplicou calote de 63 milhões

Abaixo a íntegra do comunicado da empresa.

Sobre a suspensão dos contratos de administração do Hospital Carlos Macieira, do Hospital de Trauma e Ortopedia e do Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, feitas abritrariamente pela Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão, o Instituto Gerir esclarece que:

A Secretária da Saúde mente e tenta tapar o sol com a peneira ao transferir suas responsabilidades. Os principais prejudicados por isso são, como sempre, os cidadãos maranhenses;
A Secretaria da Saúde descumpriu o contrato ao não pagar o Instituto Gerir. O calote é de R$ 63 milhões. Os valores são referentes às dívidas com o Instituto Gerir na administração dos 3 hospitais;
A Secretaria da Saúde foi notificada por diversas vezes para pagar essa dívida. Esses documentos seguem no anexo. Nunca pagou e, por fim, para fugir do pagamento, decidiu suspender o contrato;
O calote de R$ 63 milhões será cobrado judicialmente;
Toda a prestação de contas da administração dos hospitais era feita periodicamente. Jamais houve qualquer tipo de notificação oficial que demonstrasse o contrário. Jamais foi feita qualquer comunicação por parte da secretaria cobrando outro tipo de esclarecimento além dos previstos contratualmente e que eram prestados pelo Gerir;
O calote implicou também nos atrasos ao pagamento de prestadores de serviço e fornecedores dos hospitais administrados pelo Gerir;
A suspensão do contrato, portanto, se deu de maneira arbitrária com a única finalidade fugir do pagamento da dívida;
Como tem sido noticiado pela imprensa maranhense, em toda a saúde do Estado faltam remédios, leitos e servidores. Esse tipo de caso, infelizmente, tem se tornado cada vez mais constante – e nenhuma dessas denúncias partiu do Instituto Gerir;
O calote e a suspensão ilegal do contrato com o Gerir não são as únicas decisões abritrárias tomadas pelo atual secretário de Saúde, Carlos Lula. O mesmo secretário acaba de escolher outras Organizações Sociais para assumir a gestão dos hospitais sem licitação ou qualquer tipo de concorrência, como manda a lei.
Essas medidas, todas flagrantemente ilegais, estão sendo questionadas judicialmente;
Por fim, lamentamos que a gestão da Saúde do Maranhão ainda esteja sob responsabilidade de uma pessoa investigada pela Polícia Federal por suspeitas gravíssimas, como é de conhecimento público.

Governo do estado aplica “calote” em prefeituras e não repassa dinheiro dos convênios firmados no carnaval

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Após quase dois meses do período carnavalesco no Maranhão os prefeitos de todo o estado, estão “chorando” e sem poder se “queixar” a ninguém, isso porque  todas as prefeituras do estado organizaram o carnaval 2018 contando com recursos oriundos do governo do estado mais especificamente em convênios firmados com a secretaria de cultura do Maranhão, ocorre que o governo do estado ainda não fez os repasses dos convênios a nem uma prefeitura, e as contas do carnaval já “bateram à porta” nos municípios, que estão sem a quem recorrer sabendo que se reclamarem em público podem sofrer fortes represálias por parte do governo do estado, é quase possível dizer que o governo aplicou um “calote” nas prefeituras do Maranhão que contavam com os recursos para realizarem as festividades, e não comprometerem as contas dos municípios, com o “calote” aplicado pelo governo do estado, não será difícil ecoar nas mídias sociais atrasos tanto em salários de servidores, fornecedores e outros.
“ O Maranhão é o estado que o filho chora e a mãe não ver.”