Idoso é flagrado abusando de uma criança em São José de Ribamar

 

Nas imagens, um idoso aparece abusando sexualmente de uma menina dentro de uma residência na Vila Flamengo, nos fundos do Cemitério Jardim da Paz, em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís.

O flagrante foi feito por uma pessoa que preferiu não se identificar. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu no último sábado (5) e parentes da vítima denunciaram o caso na DPCA.

“O caso está sendo apurado e a menina foi encaminhada para fazer exame. Ainda não temos informações se aconteceu ou não o abuso, que estamos investigando onde acontecia e desde quando”, informou a delegada da DPCA, Ana Zélia.

O idoso que aparece no vídeo não teve o nome divulgado. A família da menina não quis se manifestar sobre o abuso. Segundo o defensor público Joaquim Gonzaga neto, é de extrema importância formalizar a denúncia desses casos.

“Para todos os efeitos, o que a gente vê no vídeo é um estupro de vulnerável e que deve ser apurado pela polícia, que deve resultar em uma ação penal contra esse idoso. Quando a mãe, parente ou vizinho tomar conhecimento de violência sexual, psicológica ou física contra uma criança ou adolescente, há a obrigação de denunciar sob pena, inclusive, de ser responsabilizado”, afirmou o defensor público.

Agente penitenciária acusa delegado de abuso de autoridade em Santa Inês

Agente penitenciária Adriana Barros foi presa após pedir que uma escrivã e um investigador da Polícia Civil passasse por uma revista em presídio em Santa Inês — Foto: Reprodução/TV Mirante

Adriana Barros, agente penitenciária do presídio de Santa Inês, a 250 km de São Luís, está acusando o delegado Regional de Santa Inês, Ederson Martins Pereira, de abuso de autoridade.

Segundo a agente Adriana, tudo começou depois que ela revistou uma escrivã e um investigador da Polícia Civil, que foram a Unidade Prisional de Ressocialização de Santa Inês pegar o depoimento de um preso. De acordo com Adriana Barros, os dois queriam entrar no presídio sem passar pelo procedimento padrão da revista e como não conseguiram prenderam ela. A agente disse que o procedimento é determinado por uma portaria interna que só não inclui juízes, promotores e defensores.

“Logo após de 18h eu estava na permanência da unidade e fui surpreendida com a chegada do delegado Regional, doutor Ederson Martins Pereira, em que ele questionou quem seria Adriana quando ele entrou na unidade. Eu me identifiquei e ele já falou que eu estaria presa por abuso de autoridade e constrangimento ilegal. Eu pela reação perguntei ‘o que é isso?’ porque eu estava no meu trabalho exercendo a minha função e ele ultrapassou a permanência e mobilizou o meu braço esquerdo”, contou a agente Adriana.

Adriana disse que foi levada pelo delegado Ederson Martins e por outro agente da Polícia Civil, que usaram da força para obrigá-la a entrar na mala da viatura. Ela acrescentou que após chegar à delegacia ela foi levada para uma cela com presos do sexo masculino.“Nós da Seap não tratamos dos bandidos com alta periculosidade do jeito como ele me tratou. Eu fui levada à Delegacia Regional no camburão. Lá quando eu cheguei eu fui posta numa cela ao lado de presos do sexo masculino. Nenhum direito constitucional foi garantido. Ele não permitiu que eu fosse assistida por um advogado. Depois eu saí da cela, fiquei 20 minutos nesta cela. Depois eu saí e fui para uma sala de revista. Eu sim fiz uma revista vexatória. Tirei toda a minha roupa para uma funcionária administrativa da delegacia de Polícia Civil. Depois eu fui mandada para a sala do delegado e lá eu fui torturada psicologicamente por ele. Porque ele foi falando que ia responder a vários processos”.